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Sábado, Março 31
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PRATO DA SEMANA: LULA COM BUSH0
Por Vald Ribeiro
Todos nós ficamos surpresos com esse inusitado prato culinário: "Lula com Busho"! Onde é que já se viu misturar frutos do mar com fruto do boi em um mesmo prato? É uma mistura tão estranha como ver um dueto de Chico Buarque com um desses cantores de Arrocha!
Mas eu estava falando mesmo da mistura de frutos do mar com frutos do boi. Uma amiga, ao me ver escrevendo "frutos do boi", disse-me que o verdadeiro "fruto do boi" são as bostas bovinas. Acho que ela tem razão em parte! Afinal, tem gente que considera George W. Bush como uma bosta mesmo! Bosta do Mundo! E tem aqueles que o consideram como um boi. Um boi com dois baitas chifres pontudos sempre chifrando a humanidade!
Lembra de Sadam Hussein? Pois é. O bigodudo iraquiano quis dar uma de toureiro com o boi Bush e foi mortamente chifrado por esse boi zebu ( por favor não entenda Belzebu! Aliás se entender assim não tem problema!...).
Tem um toureiro da Venezuela que está provocado esse boi com uma bandeira vermelha. Ele que se cuide pois esse rapaz poderá ser vitima do boi Bush!
Mas de novo,voltando ao prato da semana feito para a política mundial e para a grande mídia, foi sem dúvida esse: Lula com Busho.Por ser um prato inusitado, foi pouco deglustado pela grande mídia. Afinal, não se trata de um prato caro como por exemplo Bush ao molho pardo( feito com sangue dos iraquianos e de alguns soldados norte-americanos morto no Iraque).
Acho que até a nossa grande mídia não se interessou por tal prato. Nem os brasileiros, pois pouco se degustaram ou comeram esta iguaria por aqui. Talvez porque muita gente ficou a ver navios, digo, a ver aviões nos aeroportos da terra brasilis. Isso desviou a atenção do nosso povo e da nossa mídia.
A volta do nosso atual presidente ( QUASE BOSSA NOVA) é aguardado como um médio espectador e também expectador, tal qual quem espera um cachorro-quente desses vendidos nos carrinhos de rua da cidade, eles são até ser gostosos , mas podem dar uma diarréia!
É claro que essa diarréia é metafórica! Já pensou se o nosso presidente quase bossa nova resolvesse fazer como FHC (esse sim era um presidente Bossa Nova) que ao negociar com W. Bush, FHC arreganhou as pernas do Brasil para que o EUA metessem o BIG STICK... A sorte é que FHC não fez o sucessor!
O fato é que o nosso presidente da república Federativa do Brasil está de volta depois de discutir o PAC ( Plano de Amizade Colateral). Eu o denomino assim porque os dois presidentes estão tratando de assuntos concernentes à economia e á política. Como os dois são desconfiadíssimos, ambos esperam um possível efeito colateral dessa amizade pactual - em função de um é o ex socialista e o outro é capitalista selvagem até o tutano da alma. Vai que o ex-socialista volte a ser socialista a la Fidel e o capitalista deixe de ser um "bom" selvagem capitalista e se transforme em um monstro como aquele que matou Salvador Allende no Chile ou que vitimou milhares de brasileiros durante o golpe militar brasileiro...
Mídia à parte, nós, obrigatoriamente teremos que comer, mais cedo ou mais tarde o tal prato culinário que está sendo cozido com fogo feito de Etanol e Álcool combustível. Embora bem cozido com tais combstíveis, ele pode provocar um indigestão homericamente imperialista ou quem sabe pegar uma overdose de colesterol alcamente colonialista!
*Bossa nova é uma mistura de samba com jazz. A metáfora não tem nada a ver com KubstcheK . Aqui se refere ao político ao qual mistura interesses nacionais com os interesses dos Estados Unidos da América.
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21:41
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MEMÓRIA: 31 de março de 1964, militares derrubam governo constitucional
Na madrugada do dia 31 de março de 1964, um golpe militar foi deflagrado contra o governo legalmente constituído de João Goulart. A falta de reação do governo e dos grupos que lhe davam apoio foi notável. Não se conseguiu articular os militares legalistas. Também fracassou uma greve geral proposta pelo Comando Geral dos Trabalhadores (CGT) em apoio ao governo. João Goulart, em busca de segurança, viajou no dia 1o de abril do Rio, para Brasília, e em seguida para Porto Alegre, onde Leonel Brizola tentava organizar a resistência com apoio de oficiais legalistas, a exemplo do que ocorrera em 1961.
Apesar da insistência de Brizola, Jango desistiu de um confronto militar com os golpistas e seguiu para o exílio no Uruguai, de onde só retornaria ao Brasil para ser sepultado, em 1976. Antes mesmo de Jango deixar o país, o presidente do Senado, Auro de Moura Andrade, já havia declarado vaga a presidência da República.
O presidente da Câmara dos Deputados, Ranieri Mazzilli, assumiu interinamente a presidência, conforme previsto na Constituição de 1946, e como já ocorrera em 1961, após a renúncia de Jânio Quadros. O poder real, no entanto, encontrava-se em mãos militares.
No dia 2 de abril, foi organizado o autodenominado "Comando Supremo da Revolução", composto por três membros: o brigadeiro Francisco de Assis Correia de Melo, o vice-almirante Augusto Rademaker e o general Artur da Costa e Silva, homem-forte do triunvirato. Essa junta permaneceria no poder por duas semanas.
Nos primeiros dias após o golpe, uma violenta repressão atingiu os setores politicamente mais mobilizados à esquerda no espectro político, como por exemplo o CGT, a União Nacional dos Estudantes (UNE), as Ligas Camponesas e grupos católicos como a Juventude Universitária Católica (JUC) e a Ação Popular (AP).
Milhares de pessoas foram presas de modo irregular, e a ocorrência de casos de tortura foi comum, especialmente no Nordeste. O líder comunista Gregório Bezerra, por exemplo, foi amarrado e arrastado pelas ruas de Recife.
A junta baixou um "Ato Institucional" ¿ uma invenção do governo militar que não estava prevista na Constituição de 1946. Seu objetivo era justificar os atos de exceção que se seguiram. Ao longo do mês de abril foram abertos milhares de Inquéritos Policiais-Militares (IPMs). Chefiados em sua maioria por coronéis, esses inquéritos tinham o objetivo de apurar atividades consideradas subversivas. Milhares de pessoas foram atingidas em seus direitos: parlamentares tiveram mandatos cassados, cidadãos tiveram seus direitos políticos suspensos e funcionários públicos civis e militares foram demitidos ou aposentados.
Entre os cassados, encontravam-se personagens que ocuparam posições de destaque na vida política nacional, como João Goulart, Jânio Quadros, Miguel Arraes, Leonel Brizola e Luís Carlos Prestes.
O golpe foi saudado por importantes setores da sociedade. Grande parte do empresariado, da imprensa, dos proprietários rurais, da Igreja católica, vários governadores de estados importantes (como Carlos Lacerda, da Guanabara, Magalhães Pinto, de Minas Gerais, e Ademar de Barros, de São Paulo) e amplos setores de classe média pediram e estimularam a intervenção militar, como forma de pôr fim à ameaça de esquerdização do governo e de controlar a crise econômica.
O golpe também foi recebido com alívio pelo governo norte-americano, satisfeito de ver que o Brasil não seguia o mesmo caminho de Cuba, onde a guerrilha liderada por Fidel Castro havia conseguido tomar o poder. Os Estados Unidos acompanharam de perto a conspiração e o desenrolar dos acontecimentos, principalmente através de seu embaixador no Brasil, Lincoln Gordon, e do adido militar, Vernon Walters, e haviam decidido, através da secreta "Operação Brother Sam", dar apoio logístico aos militares golpistas, caso estes enfrentassem uma longa resistência por parte de forças leais a Jango.
Os militares envolvidos no golpe de 1964 justificaram sua ação afirmando que o objetivo era restaurar a disciplina e a hierarquia nas Forças Armadas e deter a "ameaça comunista" que, segundo eles, pairava sobre o Brasil. Uma idéia fundamental para os golpistas era que a principal ameaça à ordem capitalista e à segurança do país não viria de fora, através de uma guerra tradicional contra exércitos estrangeiros; ela viria de dentro do próprio país, através de brasileiros que atuariam como "inimigos internos" " para usar uma expressão da época.
Esses "inimigos internos" procurariam implantar o comunismo no país pela via revolucionária, através da "subversão" da ordem existente ¿ daí serem chamados pelos militares de "subversivos". Diversos exemplos internacionais, como as guerras revolucionárias ocorridas na Ásia, na África e principalmente em Cuba, serviam para reforçar esses temores.
Essa visão de mundo estava na base da chamada "Doutrina de Segurança Nacional" e das teorias de "guerra anti-subversiva" ou "anti-revolucionária" ensinadas nas escolas superiores das Forças Armadas. Os militares que assumiram o poder em 1964 acreditavam que o regime democrático que vigorara no Brasil desde o fim da Segunda Guerra Mundial havia se mostrado incapaz de deter a "ameaça comunista".
Com o golpe, deu-se início à implantação de um regime político marcado pelo "autoritarismo", isto é, um regime político que privilegiava a autoridade do Estado em relação às liberdades individuais, e o Poder Executivo em detrimento dos poderes Legislativo e Judiciário. A falta de resistência ao golpe de 1964 não deve ser vista como resultado da derrota diante de uma bem articulada conspiração militar. Foi clara a falta de organização e coordenação entre os militares golpistas.
Mais do que uma conspiração única, centralizada e estruturada, a imagem mais fidedigna é a de "ilhas de conspiração", com grupos unidos ideologicamente pela rejeição da política pré-1964, mas com baixo grau de articulação entre si. Não havia um projeto de governo bem definido, além da necessidade de se fazer uma "limpeza" nas instituições e recuperar a economia.
O que diferenciava os militares golpistas era a avaliação da profundidade necessária à intervenção militar. Desde o início havia uma nítida diferenciação entre, de um lado, militares que clamavam por medidas mais radicais contra a "subversão" e apoiavam uma permanência dos militares no poder por um longo período e, de outro lado, aqueles que se filiavam à tradição de intervenções militares "moderadoras" na política " como havia acontecido, por exemplo, em 1930, 1945 e 1954 " seguidas de um rápido retorno do poder aos civis.
Os mais radicais aglutinaram-se em torno do general Costa e Silva; os outros, do general Humberto de Alencar Castelo Branco. Articulações bem-sucedidas na área militar de um grupo de oficiais pró-Castelo e o apoio dos principais líderes políticos civis favoráveis ao golpe foram decisivos para que, no dia 15 de abril de 1964, Castelo Branco assumisse a presidência da República, eleito, dias antes, por um Congresso já bastante expurgado.
O novo presidente assumiu o poder prometendo a retomada do crescimento econômico e o retorno do país à "normalidade democrática". Isto, no entanto, só ocorreria 21 anos mais tarde. É por isso que 1964 representa um marco e uma novidade na história política do Brasil: diferentemente do que ocorreu em outras ocasiões, desta vez militares não apenas deram um golpe de Estado, como permaneceram no poder, até meados dos anos oitenta.
Eleitos indiretamente pelo Congresso, ocuparam o poder como Presidentes, Humberto de Alencar Castello Branco, Arthur da Costa e Silva, Emilio Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Batista Figueiredo, todos generais. Quando Costa e Silva sofreu um derrame,uma junta militar comandou o país até a indicação de Médici.
Castello Branco ainda tentou conduzir o país de acordo com normas constitucionais, mantendo as eleições diretas para governador, mas a vitória da oposição na Guanabara, com Negrão de Lima, deu força aos setores "duros" e foram implantadas eleições indiretas, com os governadores sendo eleitos pelas assembléias legislativas, situação que perdurou até 1982.
AO
Agencia Rio de noticias
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20:00
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Piso nacional de R$ 850 é injusto por não diferenciar profissionais, critica CNTE
Agência Brasil
Brasília - A fixação de um piso salarial nacional para o magistério em R$ 850 é injusto por não estar vinculado à formação profissional, segundo o diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Denilson Bento da Costa. Isso significa que profissionais de nível médio e superior terão como base, inicialmente, o mesmo salário.
O Projeto de Lei (PL) que regulamenta um piso salarial nacional para professores da educação básica deve ser enviado ao Congresso Nacional nos próximos dias. A mensagem de encaminhamento do projeto vai ser publicada em edição extra do Diário Oficial da União de hoje (30).
Costa acredita que a determinação de um mesmo piso salarial para educadores com graus de formação diferentes desestimula a formação profissional e a formulação de diretrizes para um plano de carreira."Qualquer piso e qualquer valor que se coloque tem que levar em consideração a formação do profissional da educação. Briga-se tanto pelo reconhecimento, para ter um plano de carreira e de fato isso tem que existir, mas qualidade do ensino hoje no nosso país só muda quando vincularmos isso a uma formação e qualificação profissional", afirmou o diretor da CNTE em entrevista à Agência Brasil.
Ele também questiona o valor estipulado, que de acordo com ele, poderia ser maior. Denilson lembra que 1994, em acordo com a CNTE e representações estaduais e municipais , o governo estipulou um piso de R$ 300, que não foi implementado. "Se nós levássemos em conta uma correção desses valores, feito inclusive pelo Dieese, nós teríamos um piso muito mais representativo, com valores muito maiores do que esses que foram colocados hoje", explicou. O diretor destacou, porém, que muitos municípios não conseguem sequer pagar salários iguais a um salário mínimo.
A Confederação defende que sejam estipulados pisos de R$ 1.050 para os profissionais com formação de nível médio e de R$ 1.575 para professores com nível superior. ¿Fala-se muito na qualificação do profissional e na qualidade de ensino. Qualidade passa por piso, por jornada de trabalho, de valorização de carreira. Isso é algo que é pertinente. Não se pode desvincular piso desses fatores que de fato são importantíssimos para a carreira do profissional de educação¿.
O piso nacional de R$ 850, previsto no projeto, está vinculado a uma carga de trabalho de 40 horas por semana. A CNTE defende que haja a redução para 30 horas semanais. "Hoje a maioria dos profissionais da educação fazem uma jornada estafante. Muito mais do que 40 horas. Quando estipula-se uma jornada de 30 horas é para que o profissional tenha um processo de formação continuada e tempo para estudar, e os resultados serão obtidos pela nossa sociedade".
O diretor informa ainda que os aposentados também serão beneficiados pela fixação do piso. No entanto,ele ressalta que muitos municípios não possuem recursos previdenciários para garantir o pagamento dos aposentados. De acordo com ele, o Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização do Magistério (Fundeb) teria "que prever uma reforma gradativa, em que os estados e municípios fossem obrigados a constituir esses fundos previdenciários para garantir, entre outros aspectos,a aposentadoria".
No dia 25 de abril, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação e sindicatos estaduais dos professores realizam uma mobilização em Brasília para reivindicar a implantação de um piso maior e a valorização do magistério e da educação.
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03:03
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Novo ditado popular:Onde se lia ou ouvia:"ficou a ver navios", leia-se ou ouça-se:"ficou a ver aviões"
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02:36
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Tem culpa eles?
A muito tempo que não se faz uma greve tão radical quanto essa que começou ontem.Os controladores estão descontrolados! Ou melhor, acho que eles estão é controlados! Ops! Errei de novo! Eles estão é auto-controlados. Afinal, depois daquele choque dos aviões na Amazônia, eles tomaram consciência que o perigo não estava apenas no ar, mas nos aeroportos também, cansaço, trabalhos excessivo... Além do porre que deve ser comandados por militares, principalmente se for daqueles linha dura(dura,dura, dura muito tempo no comando dos controladores) que os deixam mais estressados ainda.
Eu jamais imaginei um dia que esses profissionais pudessem entrar em greve. Eram tão calados para a História trabalhista que até pareciam que não existiam. Agora eles estão fazendo história! Veja só o que eles querem:
"1 - Fim das perseguições e retomo imediato dos representantes de associações e supervisores afastados de suas funções de origem;
2 - Criação de uma gratificação emergencial para os controladores de tráfego aéreo;
3 - Início da desmilitarização conforme proposta do GTI com absorção voluntária da mão-de-obra dos atuais controladores de tráfego aéreo militares;
4 - Nomeação de uma comissão com representantes do poder executivo e dos controladores (civis e militares), a fim de acompanhar as mudanças no tráfego aéreo nacional. Mudanças que devem ser assumidas formalmente pelo governo federal, já que ate o momento não há nenhum compromisso institucional neste sentido."
No manifesto que o comando dos controladores aéreos lançaram, eles desabafam que que tudo que acontece de ruim e culpa deles.Olha só o desabafo:
"A quem é atribuída as paralisações do tráfego aéreo em virtude de fenômenos naturais como chuvas e nevoeiros?
Quem, ao tentar expor as verdadeiras situações do tráfego aéreo nos livros de ocorrências dos órgãos operacionais, sofre perseguições da chefia militar?
Quem é acusado de insubordinado e sindicalista ao executar uma operação de segurança que consta em norma internacional de aviação civil?
Quem é o principal suspeito ao ocorrer panes no sistema de comunicação, queda de energia ou overbooking de empresas aéreas?
Quem é o profissional obrigado a monitorar vôos e milhares de vidas acima do recomendado pelas normas de segurança?
Quem é o militar aquartelado sem o direito de protestar pela falta de operadores?
Quem é o profissional que tem sua dispensa médica ou férias interrompidas pela convocação de oficiais superiores a fim de suprir a falta de operadores?
Quem passa os dias trabalhando com equipamentos obsoletos e prejudiciais à saúde?
Quem tem de se desdobrar para prestar serviço seguro quando ocorrem falhas de comunicação nas chamadas zonas cegas?
Para todas estas perguntas, uma resposta nos parece comum: o controlador de tráfego aéreo."
Aí eu pergunto: Tem culpa eles?
Então, eles têm razão de estarem indignados! E por falar em indignados... os aeroportos estão barrufados de gente indignada por ter ficado a ver navios, ou melhor a ver aviões (parados). Também estão barrufados de gente feliz, gente pobre, porém um pouco além da linha de pobreza, que, com as promoções e redução dos preços das passagens aéreas estão podendo ¿andar¿ de avião. Você notou como esses últimos estão felizes no aeroportos congestionados? È a alegria dupla: alegria por ser pobre e está na ilusão de viajar de avião e a alegria de está aparecendo na TV, durante as transmissões jornalísticas. E eles quebram o protocolo meeeeeeeesmo! Abanam a mão, sorriem atrás do repórter ... enfim, querem aparecer de qualquer jeito, afinal não podem perder essa oportunidade única de mostrar o seu novo status: viajar de avião!
Voltando ao assunto: Os controladores prometem aderir ao FOME ZERO, FOME ZERO, da greve de fome que eles querem fazer.
VALD RIBEIRO
Sexta-feira, Março 30
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19:03
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Lula assina acordos com Bush
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega à capital norte-americana às 21h40 (horário de Brasília) desta sexta-feira (30). No desembarque, na Base Aérea de Andrews, será recebido pelo ministro brasileiro de Relações Exteriores, Celso Amorim, pelo embaixador nos Estados Unidos, Antonio Patriota, e pelo embaixador na Organização dos Estados Americanos (OEA), Osmar Chohfi.
Os dois mandatários devem assinar convênios cujo valor, mantido em segredo, deve superar a casa dos US$ 8 milhões. O dinheiro será destinado ao desenvolvimento de projetos voltados à produção de biocombustível na América Central e no Caribe.
A programação da visita prevê que Lula dormirá na residência de hóspedes da Presidência americana, Blair House, localizada em frente à Casa Branca. E só terá agenda oficial às 15h10 (horário de Brasília) deste sábado (31), quando se encontrará com George W. Bush em Camp David, residência de campo oficial do presidente dos Estados Unidos.
Dessa reunião de trabalho também participarão, além de Amorim, a secretária de Estado norte-americana Condoleezza Rice e a secretária de Comércio, Susan Schwab. Após a reunião, Lula falará à imprensa às 17 horas (horário de Brasília) e em seguida jantará com Bush.
A viagem de retorno do presidente a Brasília, com escala em São Paulo, está prevista para as 21h35 (horário de Brasília).
Agencia Rio de Notícias (postado por Vald Ribeiro)
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17:57
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O LADRÃO DE GRAVATAS
Um velhinho entra em uma famosa loja de gravata de grifes luxuosas em Palm Beah, nos Estados Unidos, olha diversas gravatas, escolhe uma e, meticulosamente, a coloca no bolso e vai saindo tranquilamente da loja. Uma moça, certamente nada simpática, pois o furto sempre exacerba a raiva no ser humano, intercepta o simpático velhinho e o leva para uma sala. Ela diz a ele que ele furtou uma gravata, conforme mostrou o sistema interno de tv. A polícia é chamada. O velhinho é preso. No carro dele mais gravatas supostamente roubadas, são encontradas.
Admiração!
Espanto!
Como pode um velhinho, de boa aparência, possivelmente rico ( ou mesmo que fosse pobre) furtar? Furtar algo fútil: Gravatas!
Um desconhecido, talvez, para os norte-americanos, mas para os brasileiros, um velhinho bem conhecido! Nada mais nada menos do que o rabino Henry Sobel.
Custo acreditar que isso seja verdade, não fosse as câmeras da loja terem flagrado esse triste fato.
Roubou por querer? Porque é larápio, corrupto, falso profeta?
Acredito que não. Posso até está errado, mas acho que - sofre de algum transtorno psiquiátrico!
Até que hoje(30) os jornais confirmam: Henry Sobel, já estava com distúrbios mentais. Um alívio! Pois como poderia alguém que durante tanto tempo pregou a moral ser um larápio?
O rabino Henry Sobel está internado no Hospital no Hospital Albert Einstein. Ele sofre de descontrole emocional e alterações de comportamento. Segundo o boletim médico do hospital, o rabino "estava sob tratamento medicamentoso e, por insônia severa, vinha fazendo uso imoderado de hipnóticos diazepínicos, causadores potenciais de quadros de confusão mental e amnésia".
Enquanto isso, piadas sobre esse epsódio circulam pela internet. Até comunidades forma criadas no Orkut, como a Free Henry Sobel (liberte Henry Sobel), ou a comunidade na Henry Sobel Nunca me Enganou
Veja a nota lançada pela Congragação Israelita Paulista:
A Congregação Israelita Paulista (CIP), consternada e preocupada com as notícias que vêm sendo veiculadas, envolvendo o Rabino Henry I. Sobel, acaba de receber o seu pedido de afastamento temporário das funções de presidente do Rabinato.
"O Rabino Sobel está há mais de 35 anos na CIP, atuando como líder comunitário, tendo prestado ao longo desses anos serviços relevantes à sociedade como um todo.
"A CIP, com todo respeito e consideração que tem pelo seu rabino, aceitou seu pedido colocando-se à disposição para ajudá-lo no que for necessário.
Por Vald Ribeiro
Quinta-feira, Março 29
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22:11
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Central do Brasil completa 149 anos
Da Redação (agencia rio de notícias)
Em 15 de novembro de 1889 é proclamada a República e por aviso do Governo Provisório, a partir de 22 de novembro a Estrada de Ferro D. Pedro II passa a denominar-se Estrada de Ferro Central do Brasil.
A estrada de ferro da Central do Brasil completa 149 anos nesta quinta-feira (29). A estação, que recebe todos os dias cerca de 80 mil pessoas, foi inaugurada no dia 29 de março de 1858, com 48 quilômetros de extensão, do Campo da Aclamação até Queimados.
A Central do Brasil ocupou a área onde ficava a Igreja de Santana, que foi demolida para dar lugar ao primeiro prédio da estação. No início do século 20, um incêndio destruiu parte das instalações. O prédio que existe hoje foi inaugurado em 1943 e tem 32 andares, incluindo os cinco andares ocupados pelo relógio
A estação, que recebe todos os dias cerca de 80 mil pessoas, foi inaugurada no dia 29 de março de 1858, com 48 quilômetros de extensão, do Campo da Aclamação até Queimados. No início do século 20, um incêndio destruiu parte das instalações. O prédio que existe hoje foi inaugurado em 1943 e tem 32 andares, sendo que cinco são ocupados pelo relógio
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21:41
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Oposição promete obstruir votação se CPI não for instalada semana que vem
Agência Brasil
Fabio Pozzebom/ABr
Brasília - Quatro dias após encerrar o protesto pela criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Apagão Aéreo, a oposição promete voltar a obstruir as votações da Câmara. Uma decisão do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou hoje (29) o desarquivamento do pedido de CPI. Mas prorroga a decisão final sobre instalar a comissão para uma sessão com todos os ministros do Supremo.
Os Democratas (ex-PFL), no entanto, alegam que, regimentalmente, a CPI poderia ser instalada, já que possui o número mínimo de assinaturas e foi lida em Plenário. O líder dos Democratas, Onnyx Lorenzoni (RS), afirmou que o partido vai esperar até quarta-feira. Se a CPI não for instalada, "a guerra vai continuar", disse referindo-se à obstrução, que parou por 15 dias a pauta de votação da Câmara. Lorenzoni afirma que, se o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP) não instalar a CPI, vai estar a serviço de seu partido e do governo.
Já o líder petista, Luiz Sérgio (RJ), defende que Câmara cumpra a liminar. Mas defende que seu correligionário Chinaglia ainda espere o julgamento final do Supremo para saber se a CPI deve ser instalada de fato.
A instalação da CPI, pedida pelo deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), chegou a ser lida em plenário, mas foi contestada pelo PT. O líder petista Luiz Sérgio alegou falta de "fato determinado" para investigação, como determina o regimento da Casa. O recurso do petista foi encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde recebeu parecer favorável do deputado Colbert Martins (PMDB-BA). O parecer foi aprovado em plenário, arquivando o pedido da CPI. No entanto, os Democratas (ex-PFL) recorreu da decisão ao Supremo Tribunal Federal.
Nove Medidas Provisórias (MPs) trancam a pauta da Câmara, já que têm prioridade de votação sobre as leis. Seis delas fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Esta semana, após a desobstrução, foram votadas três MPs. Uma delas foi a primeira MP do PAC, que cria crédito extraordinário de R$ 452,18 milhões para terminar a extinção da Rede Ferroviária Federal (RFFSA) e de liquidação da Companhia de Navegação do São Francisco (Franave). A segunda permite ao mutuário do Programa de Arrendamento Residencial (PAR) quitar antecipadamente sua dívida com o uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A terceira MP facilita concessão de terras a famílias de baixa renda.
Domingo, Março 25
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10:52
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Knut, o ursinho polar alemão, será o mascote contra o aquecimento global.Ele nasceu em dezembro passado, mas a insensível da mãe o abandonou e foi "adotado" pelos veterinários do zôo de Berlim. Agora ele será celebridade mundial.
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