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Sábado, Abril 14



O DEPUTADO MÃO BRANCA VAI TIRAR O CHAPÉU PARA TODOS OS DEPUTADOS FEDERAIS?

Por Vald Ribeiro

O deputado baiano, consciente de sua baianidade vaqueira, entrou no plenário do congresso nacional com um belo e modesto chapéu de vaqueiro. Boa parte dos deputados, preocupados com a falta de decoro de glamour e de elegância, cismaram que o deputado Mão Branca não deve usar o tal chapéu.
O deputado baiano entrou com uma ação na justiça exigindo o direito de usar esse adereço, tão comum aos homens de bem da Zona Rural nordestina.
Essa proibição só pode ser coisa de deputados que estão abaixo da linha da mediocridade e que não sabe o que fazer em Brasília! Com tanta coisa pra discutir, vão se preocupar em tirar da cabeça do recém-deputado Mão Branca um dos símbolos da cultura nordestina ( que é o chapéu de couro)!

Edgar Mão-Branca é forrózeiro, cantor e compositor. Suas músicas têm contribuído para enriquecer e preservar a cultura brasileira, sendo assim um tesouro para o nosso autêntico cancioneiro popular.

Estreante na política, foi candidato a dep. Federal pelo Partido Verde da Bahia. Ficou na suplência. Com a saída do dep. Geddel Vieira para o Ministério da Integração, assumiu a vaga deixada por este.


CASSADO POR INFIDELIDADE

A Lei de Fidelidade Partidária já existia!
A prova inequívoca disso veio da cidade paranaense de GUARAPUAVA , onde o vereador Osdival Gomes, foi cassado por ter trocado de partido. O dito cujo era do PMDB e resolveu muda-se para o PP.
Ontem(13) o vereador infiel teve deu mandato cassado. O PMDB deverá empossar nessa segunda o novo vereador, antes suplente de Osdival.
Ah se essa moda pega em Brasília! Já pensou quantos deputados infiéis seriam cassados e também caçados?

QUER SABER EM QUE LEI ESTÁ E ARTIGO ESTÁ CITADO O CRIME DE INFIDELIDADE?
ENTÃO VEJA AÍ:

Lei 9.096/95, artigos 24, 25 e 26


Por Vald Ribeiro



Teólogo teme conseqüências da visita do papa ao Brasil


São Paulo, 14 Abr (Lusa) - A visita do Papa Bento 16 ao Brasil, entre 9 e 13 de maio, gera grande ansiedade entre católicos progressistas brasileiros, que afirmam temer que o discurso do Pontífice contribua para uma maior perda de fiéis no país.

"Todos estamos ansiosos para saber qual será a mensagem central do novo papa", afirmou à Agência Lusa o teólogo brasileiro Leonardo Boff, autor da Teologia da Libertação, doutrina que mistura marxismo e catolicismo.

"Tememos que o discurso (do papa) enquadre a vitalidade da Igreja em suas bases, no sentido de que a Igreja se construa para dentro de si mesma, reforçando seu caráter institucional", disse.

Boff salientou que esse tipo de discurso não conseguirá "fazer frente à emigração anual de milhares de católicos rumo a igrejas carismáticas populares", um dos principais desafios do catolicismo no Brasil.

O teólogo defende a aproximação do discurso da Igreja Católica "da vida do povo, deixando que o povo, dentro da Igreja, se organize para celebrar Deus como gosta e sabe fazer".

"Caso contrário, a Igreja continuará a perder mais e mais fiéis por culpa dela mesma, da sua inflexibilidade e incapacidade de se renovar", acrescentou.

Boff sustenta que o atual discurso da Igreja, "com sua hierarquia e sua gama de verdades dogmáticas", é uma das razões que a leva a instituição a perder fiéis no mundo inteiro, sobretudo no Brasil.

"Caso o papa venha como um pastor, sua visita seria um apelo para que as igrejas continuem a articular fé com vida, evangelho com justiça social, mística com política e redenção com libertação integral", defende.

Trajetória

Nascido em 1938, e ex-frade da Igreja Católica, Leonardo Boff é teólogo, autor de mais de uma centena de livros e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).

Crítico da atual orientação da Igreja Católica, foi "condenado" ao silêncio pelo cardeal Josef Ratzinger, o atual Papa, então responsável pela Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano.

Em 1992, silenciado novamente pela Santa Sé, Boff decidiu abandonar a Ordem Franciscana e dedicar-se ao aprofundamento da Teologia da Libertação, como no clássico livro "A Águia e a Galinha" (Editora Vozes, 2000).

No dia 14 de março deste ano, Bento 16 impôs silêncio a outro expoente da Teologia da Libertação, o teólogo Jon Sobrino, nascido na Espanha e radicado há 50 anos em El Salvador.

Realidade brasileira

Atualmente, o Brasil tem cerca de 153 milhões de católicos, o que representa 83% do total da população, segundo dados oficiais.

A percentagem de católicos, entretanto, está diminuindo, com o abandono anual de cerca de 600 mil rumo a igrejas evangélicas, que duplicaram seu número de fiéis para 30 milhões nas últimas décadas.

Leonardo Boff afirma que o grande desafio da Igreja Católica é constituir-se como uma força de mobilização para superar as "profundas desigualdades sociais que estigmatizam a realidade latino-americana".

"A África é mais pobre do que nós, mas é menos desigual. Essa desigualdade significa injustiça social, e mais grave ainda por acontecer em um continente em que as grandes maiorias são cristãs e até católicas", afirma.

O ex-frade franciscano defende que a Igreja deve deixar para trás o "cristianismo de devoção da primeira evangelização do tempo da colônia" e assuma um "cristianismo social, como força de transformação, da sociedade latino-americana".

"É o que pretende o cristianismo de libertação com sua correspondente Teologia da Libertação", completou Boff.

Agenda de Bento 16
Em sua primeira viagem ao Brasil, Bento 16 participará da Conferência Episcopal da América Latina e do Caribe (Celam), evento que terá a presença de 176 bispos de 35 países.

Um dos principais pontos do programa da visita de Bento 16 ao Brasil, além da abertura da Celam, será uma missa ao ar livre, na zona norte da cidade de São Paulo, para cerca de 1,5 milhão de fiéis.

Durante a missa, Bento 16 vai canonizar Frei Galvão, beatificado em 1998 pelo Papa João Paulo 2º e que se tornará o primeiro santo nascido no Brasil.
Da agência Lusa



Série discute se há chance real de aborto voltar a ser debatido no Brasil

da Agência Brasil




Brasília - O debate sobre a legalização do aborto no Brasil ganhou fôlego nos últimos dias com as declarações do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que defendeu a realização de um plebiscito para decidir a questão. Bastou ele levantar o tema que logo surgiram manifestações contrárias ao aborto. O ministro chegou a enfrentar um protesto na última semana em Fortaleza.
O tema foi reforçado pela aprovação do aborto em um plebiscito realizado em Portugal, no qual 59,25% dos 3,8 milhões eleitores votaram a favor da medida. Na promulgação da lei, esta semana, o presidente de Portugal, Aníbal Cavaco Silva, propôs que o Estado crie uma rede pública de acompanhamento psicológico e social para as mulheres que fizerem abortos.
Além disso, tramita no Senado Federal um projeto de decreto legislativo que prevê a realização de plebiscito para debater assuntos polêmicos, como legalização do aborto, união civil de homossexuais e o fim do voto eleitoral obrigatório.
Mas, há condições concretas de que o debate sobre o aborto seja retomado no país? Na série de reportagens que a Agência Brasil apresenta a seguir, você vai conhecer a opinião de autoridades do Executivo e do Legislativo, além da sociedade civil e da Igreja sobre o tema. Uma pesquisa realizada pela CNT/Sensus em 2005 mostrou que 85% dos brasileiros são contra a realização de aborto.
Os principais argumentos de quem defende a legalização do aborto no país são as questões médicas e a liberdade de escolha das mulheres, que por não terem acesso a informações e a métodos contraceptivos, acabam tendo no aborto a única alternativa para solucionar uma gravidez indesejada. Segundo estimativa da Organização Mundial de Saúde, no Brasil, metade das mulheres que ficam grávidas não planejaram o bebê, e 31% das gravidezes terminam em abortos. De acordo com a Secretaria de Vigilância em Saúde, oficialmente, em 2005, ocorreram 148 óbitos por abortos.
Se a necessidade de ampliar o debate é um ponto ressaltado por quase todos os entrevistados, outra questão importante é a falta de canais para que essa discussão seja concretizada. A deputada Luciana Genro (PSol-RS) diz que, no Congresso Nacional, é quase impossível que o tema avance, por causa da força da bancada conservadora. Para a ministra da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, Nilcéia Freire, o governo já cumpriu o seu papel no debate sobre o aborto e não há nada a ser feito a respeito.



Debater sobre aborto já é avanço, avalia feminista
da Agência Brasil




Brasília - É um avanço para o Brasil reconhecer a necessidade de discutir com a população a legalização do aborto, como forma de reduzir o número de mulheres que morrem em clínicas clandestinas, avalia a socióloga Dulcelina Xavier, da organização feminista Católicas pelo Direito de Decidir. Por isso, ela considera importante a declaração do ministro da Saúde, José Carlos Temporão, sobre a necessidade de discutir o assunto.

Mais que desmistificar o tema, Dulcelina Xavier afirma que o debate deve incluir os motivos que levam as mulheres a interromper uma gravidez. ¿É mais do que simplesmente não querer ter um filho. A decisão envolve uma séria de questões como o sub-emprego, os baixos salários, a inacessibilidade à políticas de planejamento familiar e a rejeição pela família ou pelo companheiro".

As mulheres recorrem ao aborto, segundo a socióloga, como opção diante de uma situação difícil. A interrupção da gravidez passa a ser uma saída e não um problema, apesar das cobranças culturais. ¿É claro que se defende a prevenção e não o aborto como prática anticoncepcional. O fundamental é o acesso à educação e ao planejamento familiar, com a distribuição de camisinhas e anticoncepcionais, além da realização de processo cirúrgicos mais complexos, para os quais nem sempre existe recursos no sistema público e acabam indisponíveis para população¿. Entres os procedimentos mais caros, Xavier cita a implantação do DIU e laqueadura de trompas.

De acordo como o Ministério da Saúde, o aborto é a 4ª causa de óbito materno no país e a curetagem (coleta de restos de tecidos do útero) é segundo procedimento obstétrico mais praticado nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), superado apenas pelos partos. Além disso, em 2004, cerca de 244 mil mulheres foram atendidas para fazer curetagem ou tratar infecções pós-aborto.

Defender o aborto, segundo Xavier, é compreender que as mulheres também têm direito à vida. ¿Mas estão morrendo por conta de abortos feitos clandestinamente¿.

Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), metade das gestações são indesejadas e uma em cada nove mulheres recorre ao abortamento. No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, 31% das gestações terminam dessa maneira. São cerca de 1,44 milhão de abortamentos espontâneos ou provocados.

O código penal brasileiro só permite a realização de abortos em casos que envolvem risco de vida para a mãe ou sejam gestações resultantes de estupro.


Sexta-feira, Abril 13


Jornal britânico diz que violência no Rio está saindo do controlhe


A violência no Rio de Janeiro continua causando críticas negativas à cidade no exterior. Nesta quinta-feira (12), o Ministério das Relações Exteriores da França aconselhou os franceses em visita ao Rio, de levar sempre R$ 50 para dar ao assaltante e ter o máximo de prudência ao visitar a cidade. Agora, é a vez do jornal britânico "The Times", que, em matéria publicada nesta sexta-feira (13), criticou duramente os antecessores do governador Sérgio Cabral, por causa do alto índice de violência na cidade. Além disso, o periódico inglês afirmou que a violência começa a sair de controle.

Para o jornal, o uso dos militares é uma tentativa de conter o "derramamento diário de sangue" na Capital fluminense, e destaca que o problema da escalada da violência foi causada pela "corrupção endêmica" dos governos do Estado anteriores ao de Cabral.

De acordo com o "The Times", os governos do Estado não conseguiram deter a decadência que a cidade sofreu após perder o status de capital federal.

da agencia rio




Polícia Federal prende no Rio e na Bahia 24 acusados de corrupção

da Agência Brasil

Rio de Janeiro - A Polícia Federal (PF) prendeu hoje (13) de manhã 23 pessoas no Rio de Janeiro e uma na Bahia durante a Operação Hurricane (furacão, em inglês). Segundo o diretor de Inteligência da Polícia Federal, Renato Porciúncula, trata-se de uma das maiores
operações de combate à corrupção já realizadas no país, por causa do nível das pessoas envolvidas.

Como alguns dos investigados têm foro privilegiado, foi necessária uma autorização especial do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre os detidos estão três desembargadores - um deles é o ex-vice-presidente do Tribunal Regional Federal do Rio, José Eduardo Carreira Alvim -, o procurador regional da República João Sérgio Leal Pereira, um agente, um servidor e dois delegados da Polícia Federal, além de empresários e advogados.

Em entrevista coletiva, Porciúncula disse que, pelos dados que foram colhidos até agora, pode-se deduzir que esta é uma das maiores operações de combate à corrupção já realizadas no Brasil. "Essa é uma organização criminosa que, pelo menos no nível das pessoas que foram detidas, achava-se acima de qualquer possibilidade de vir um dia a encontrar os trâmites legais correspondentes", afirmou. A organização, acrescentou Porciúncula, montou uma rede de corrupção e de tráfico de influência para que pudesse desenvolver sua atividade criminosa tranqüilamente.

De acordo com o superintendente regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Delci Teixeira, que também participou da entrevista coletiva, na casa dos acusados foi encontrada grande quantidade de dinheiro (em espécie), além de diversos
automóveis de luxo. Teixeira não quis quantificar os valores apreendidos, limitando-se a dizer que o volume era tão grande que foi necessário requisitar carros fortes para realizar o transporte até a Superintendência da PF. Segundo ele, o dinheiro
apreendido será depositado em uma agência da Caixa Econômica Federal.

Sem dar maiores detalhes sobre a forma de atuação do grupo, Teixeira afirmou apenas que os delegados envolvidos recebiam para reprimir somente a atividade de determinados grupos ligados aos jogos ilegais em detrimentos de outros.

O superintende da PF informou que a Operação Hurricane contou com o reforço de 360 agentes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Ao todo, foram expedidos 25 mandados de prisão e 70 de busca e apreensão.

Todos as pessoas detidas estão sendo encaminhadas para a sede da Superintendência da PF, no Rio, e devem ser transferidas ainda hoje para Brasília, onde serão interrogadas. Eles cumprem prisão temporária de cinco dias, que pode ser renovadas por mais cinco.

De acordo com a Polícia, as investigações que levaram à Operação Hurricane, deflagrada simultaneamente no Rio, em São Paulo, Bahia e Distrito Federal, começaram há um ano, com base em suspeitas de contrabando de componentes eletrônicos para as máquinas de caça-níqueis.



Peço desculpas pela nossa auswencia desde o dia 8. è que o meu PC foi vítima de uma terrível virose.


Domingo, Abril 8


um mês alegre e também de reflexão e tristeza para os judeus: Páscoa e Holocausto.

Neste mês, os judeus tem um outro momento de reflexão, uma reflexão embasada em ma lembrança triste, dolorosa, macabra. A lembrança dos seis milhões de judeus que morreram vítimas do massacre orquestrado por Adolf Hitler, na década de 40, no que ficou conhecido como HOLOCAUSTO. Tudo em nome da intolerância racial e até econômica.

Enquanto a Páscoa lembra a passagem da escravidão dos judeus no Egito para a liberdade, o holocausto representa a passagem dos judeus Pelo inferno criado aqui na Terra pela intolerância e a loucura humana.





Timor Leste tem eleições presidenciais neste domingo


Díli, 08 Abr (Lusa) - Mais de 520 mil eleitores iniciam neste domingo a votação para escolha do segundo presidente do Timor Leste, com a abertura das urnas prevista para as 7h locais de segunda-feira (19h deste domingo em Brasília).

As zonas eleitorais estarão abertas durante 13 horas, mas se depois das 20h locais (8h de segunda-feira em Brasília) as filas continuarem, a votação será prolongada até que todos os eleitores exerçam o seu direito de voto.

José Ramos Horta, ex-primeiro-ministro e que se apresenta como candidato independente, e Francisco Guterres "Lu-Olo", ex-presidente do parlamento e candidato da Fretilin (Frente Revolucionária do Timor Leste Independente), são considerados os favoritos à sucessão de Xanana Gusmão, empossado em 20 de maio de 2002, logo após a independência do país.

Toda a estrutura e logística eleitoral para a votação está montada e 522.933 eleitores estão cadastrados. O maior número de votantes está concentrado em Díli, a capital, seguida por Baucau, com 60.522.

Mais de 144 mil pessoas, incluindo 77.315 novos recenseados, receberam novos títulos de eleitor para estas presidenciais, que serão fiscalizadas por cerca de 2.080 observadores, 180 deles internacionais.

Além de Ramos Horta e de "Lu Olo", concorrem outros seis candidatos: Francisco "Lasama" de Araújo, João Carrascalão, Francisco Xavier do Amaral, Manuel Tilman, Avelino Coelho e Lúcia Lobato, a única mulher candidata.

da Agencia Lusa.
www.lusa.pt


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