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Nosso objetivo é expresar idéias e transmitir informações sobre política,educação,artes além de:humor, curiosidades, pensamentos e literatura.
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Sábado, Maio 12
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20:23
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ÚLTIMO DIA PARA VOTAR NA ENQUETE SOBRE O POSSÍVEL CANDIDATO DA SITUAÇÃO À SUCESSÃO DE LULA. ATÉ AGORA, ESSE É O RESULTADO:
12.09% : Ciro Gomes
16.93%:Dilma Roussef
37.09% :Jaques Wagner
4.83%: Marta Suplicy
29.03%: Nenhum dos nomes acima
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20:18
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Pesquisa mostra que emissoras públicas de TV não retratam a cultura negra
Brasília - A programação atual das três principais TVs públicas do país não refletem elementos da cultura negra e indígena. Este é o resultado de uma pesquisa da Fundação Cultural Palmares, que avaliou durante uma semana a programação da TV Cultura, da TVE Rede Brasil e da TV Nacional. O estudo foi apresentado durante os debates que marcaram o 1º Fórum Nacional de TVs Públicas, esta seman,a em Brasília.
A avaliação mostrou que apenas cerca de 4% da programação das três emissoras abordam em entrevistas, programas de auditório e telejornais elementos da cultura negra. Foram considerados assuntos étnico-raciais, religião, comida, música, dança e folclore, por exemplo, com foco na cultura negra brasileira ou estrangeira.
Na avaliação do autor da pesquisa, o cineasta Joel Zito Araújo, as emissoras públicas não têm se caracterizado pela diversidade, meta que devem buscar por definição. Além disso, a aparição de segmentos da população negra e indígena na televisão pública é muito pequena e pouco se diferencia do universo das televisões privadas, "onde negros e índios também estão fora das telas".
Como exemplo, a pesquisa aponta que a TV Nacional convidou para participar dos programas 105 pessoas. Dessas, mais de 90% tinham padrões estéticos arianos e cerca de 10% de origem afro. Nenhum convidado era descendente da raça indígena.
O diretor da Radiobrás, responsável pela TV Nacional, José Roberto Garcez, disse que, a partir da pesquisa, discussões serão promovidas dentro da empresa. "A idéia é fazer um debate com os profissionais da empresa e apontar medidas para corrigir este problema", afirmou. Segundo ele, o objetivo de incluir essa população na programação da emissora será um trabalho cotidiano. "A nossa pauta terá sempre que atender a diversidade."
Na TVE, a opção pelo perfil eurodescendente também esteve presente. Dos 85 convidados para os programas, cerca de 83% eram brancos, com padrões de beleza ariano, sendo 15,2% dos convidados afro-descendentes. Apenas um convidado tinha origem indígena. O mesmo padrão foi apresentado pela TV Cultura.
Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil
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09:53
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PT saudações
por: Vald Ribeiro
Qual o sentido da sigla PT na atualidade?
Partido dos Trapalhões?
Partido Trapaceiro?
Parttido dos Trambiqueiros?
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09:36
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Shrek será o pai no terceiro filme
O filme Shrek Terceiro, que estréia logo nas cinemas do mundo, traz uma grande novidade. Shrek e a mulher, a princesa Fiona, será pai de três ogrinhos no terceiro longa da série.
Shrek conheceu Fiona no primeiro longa, em 2001, e conheceu seus sogros na segunda seqüência em 2004. Os filhos do casal, em Shrek Terceiro, é uma decorrência lógica, segundo o diretor do longa Chris Miller. "Burro e o Gato de Botas estão sempre junto ao casal. Eles são titios agora", completou Miller.
Em Shrek Terceiro,Shrek precisa convencer o futuro rei Arthur a assumir o trono deixado pelo Rei Harold, que se tornou um sapo após um feitiço. Fiona, por sua vez, que está completamente sozinha no reino de Tão, Tão Distante, tenta aplicar um golpe de estado usando vilões de contos de fadas como seus comparsas.
Mesmo tendo o Burro e o charmoso Gato de Botas ao seu lado, bem como a ajuda de Fiona e suas amigas princesas, Shrek e Arthur terão que se esforçar muito se quiserem ter um final feliz.
Fonte:Pravda
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09:31
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Sigla nossa de cada dia
por: Vald Ribeiro
ARENA virou PDS, PDS virou PFL, PFL virou DEM
DEM que nós, carinhosamente chamamos de Demo!
E PT, quando mudará para PH, Partido da Hipocrisia?
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08:56
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São Paulo - Marlene Maranhão, de 60 anos, aguarda a chegada do papa Bento XVI no Campo de Marte, antes da missa campal de canonização de frei Galvão - a partir de hoje, Santo Antonio de Sant'anna Galvão Foto: Fabio Pozzebom/ABr
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08:33
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Entrevista 1 - Leonardo Boff fala sobre Bento XVI, catolicismo no Brasil e Teologia da Libertação
Brasília - O teólogo brasileiro Leonardo Boff foi amigo de Joseph Ratzinger, quando o papa ainda era apenas um teólogo, na Alemanha. Anos mais tarde, Ratzinger foi o coordenador do processo que culminou na punição de Boff, então um frade franciscano. "Eu tive que sentar na cadeirinha onde sentaram Galileu Galilei, Giordano Bruno, e tive que enfrentar todos os procedimentos de um processo doutrinário", conta Boff, em referência aos filósofos do Renascimento que foram condenados pela Inquisição Católica entre os séculos 16 e 17, por defenderem teorias como o heliocentrismo, a idéia de que a Terra gira em torno do Sol, e não o contrário.
Essas e outras questões foram abordadas pelo teólogo em entrevista exclusiva à Agência Brasil. Ele também falou sobre o papado de Bento XVI, sua sucessão, e a visita do papa ao Brasil. A Teologia da Libertação, e questões como aborto, planejamento familiar e a relação entre Igreja e Estado no Brasil também são abordadas.
Na primeira parte da entrevista, ele conta como foi o processo que sofreu no Vaticano por causa de suas idéias sobre a Teologia da Libertação. Boff descreve a personalidade de Bento XVI, considerado extremamente tímido. Ele espera que a vinda do papa ao Brasil resulte em um olhar mais direcionado para os problemas ambientais.
Agência Brasil: O senhor teve uma convivência com o cardeal Joseph Ratzinger. Como foi essa aproximação?
Leonardo Boff: O papa é um grande teólogo. Eu o conheci na Alemanha, quando era estudante lá, como teólogo, muito apreciado. Ele me ajudou muito, porque eu fiz uma tese muito volumosa, e não encontrava editora para publicar. Ele leu a tese toda, umas 600 páginas, gostou muito, conseguiu um fundo de 14 mil marcos - hoje seriam 14 mil euros -, e eu agradeci muito a ele, disse isso no prefácio do livro. Nos conhecemos ali, ficamos amigos.
Ocorre que ele, de simples teólogo, foi alçado a cardeal, e de cardeal a prefeito da Congregação da Doutrina da Fé, que é a ex-Inquisição. E em 1984, por causa de um livro que eu escrevi, Igreja, Carisma e Poder, ele me chamou a Roma, me submeteu a um processo, e eu tive que sentar na cadeirinha onde sentaram Galileu Galilei, Giordano Bruno, e tive que enfrentar todos os procedimentos de um processo doutrinário, durante três horas respondi às questões.
Uns meses depois, ele me impôs a punição, que foi um silêncio obsequioso, não podia falar, escrever, publicar, dar aulas. Esse silêncio só foi suspenso graças a dom Paulo Evaristo Arns, que, encontrando-se com o papa, disse: "Sua Santidade, o senhor fez com um aluno meu - eu fui aluno de dom Paulo ¿ aquilo que os militares do Brasil fazem: fechar a boca, cortar a língua". O papa disse: "Eu, como os militares, torturadores" Absolutamente! Liberem o Boff!" E aí, eu fui liberado, mas continuei sendo vigiado.
Então, por fim, tive que deixar de ser padre, deixar de ser franciscano, mas continuei como professor na Universidade do Estado do Rio, como teólogo, escritor, dando assessorias às comunidades. Não saí da igreja como instituição, eu deixei uma função, a função de padre. Mas continuei dentro da comunidade cristã, eu sou católico, considero a igreja o meu lar espiritual, e dentro disso eu me movo.
ABr: Depois desse processo todo, como é para o senhor ver Ratzinger tornado papa e vê-lo chegar ao Brasil?
Boff: O papa Bento XVI foi o braço direito de João Paulo II, que era um grande pastor, um carismático, mas não era um bom teólogo. Teólogo era o Ratzinger, o cardeal. E ele moldou essa imagem de igreja que João Paulo II divulgou pelo mundo, que é uma igreja em termos doutrinários muito rígida, inflexível, dogmática em questões de moral sexual, contraceptivos, matrimônio de homossexuais e essas coisas todas, ele não concede nada, é extremamente rigoroso. Para dentro da Igreja, ele era muito severo, e eu diria até repressivo.
A gente tem que reconhecer que o cardeal Ratzinger, como presidente da Congregação para a Fé, condenou mais de 100 teólogos, que foram depostos de cátedras, silenciados, punidos etc. Para fora, esse papa tinha a imagem de um grande showman, uma pessoa profundamente carismática, que entusiasmava as massas, cantava, abraçava crianças, conversava muito com jovens, era um homem do diálogo com as religiões, com as igrejas. Mas essas duas imagens não se combinavam.
Essa mesma atitude está levando Bento XVI, ele não tem um modelo novo de igreja. É o mesmo modelo. E eu diria até um pouco mais enrijecido, porque ele não tem o carisma, infelizmente de João Paulo II, é mais um doutor, um professor alemão, contido. Ele é muito tímido, e eu, que o conheci pessoalmente, posso imaginar como ele deve estar sofrendo sendo papa, tendo que fazer esses gestos que parecem populistas, erguer os braços, abraçar pessoas, isso não é do estilo dele, ele deve fazer com muito desconforto. Mas o faz porque pertence ao rito do papa. E ele virá ao Brasil bem acolhido, o povo brasileiro é um povo religioso, místico.
Nós estamos esperando, e um pouco surpresos, sobre o tipo de mensagem que ele vai dar. Se ele vem com a cabeça de um europeu, aí ele não vai ver muito bem a nossa realidade. Agora, se ele vem como uma pessoa inteligente que é, como um pastor também que escuta o grito dos oprimidos, milhões de pobres, as injustiças sociais, a violência, se ele olhar um pouco ao redor e enxergar a importância da Amazônia para os climas da Terra e da humanidade, já que agora, com os dados novos, elas estão ameaçadas, ele pode fazer um discurso que anime a Igreja a se comprometer, a ajudar a criar mais justiça, mais fraternidade, mais paz, e que ajude a cuidar desse patrimônio fantástico que Deus nos legou, que é a abundância de águas, a biodiversidade, a Floresta Amazônica, e que temos uma responsabilidade com toda a humanidade, com o planeta Terra.
Eu espero que ele faça isso, assim como o papa Leão XIII, quando viu a miséria dos operários do processo de industrialização, escreveu a encíclica Rerum Novarum, que foi o primeiro documento social da Igreja - daí vieram muitos outros. E pode ser que, aqui, o papa lance uma plataforma que não foi lançada ainda hoje: a visão que a Igreja tem sobre a ecologia e a responsabilidade que ela assume face a toda a humanidade
fonte: Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil
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08:14
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http://www.agenciabrasil.gov.br/galerias-de-fotos/2007/05/11/galeria_de_fotos.2007-05-11.3310357672/view
São Paulo - O governador José Serra, o papa Bento XVI e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista
Terça-feira, Maio 8
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23:09
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JAQUES WAGNER: GOVERNADOR BARATA TONTA
O governador da Bahia Jaques Wagner continua vivendo os seus longos dias de barata tonta.
A Educação está um caos.
Muitas escolas nem se quer começaram as aulas,
outras estão funcionando precariamente a exemplo do único Colégio estadual da cidade de Presidente Jânio Quadros (BA) que tem apenas professores de Língua Portuguesa, Lingua Inglesa, História e Educação Física.
A seleção para contratação foi feita a um mês mas os resultados estão emperrrados .
É que a prova foi fácil e todos passaram. Agora a Secretaria Estadual de Educação não sabe como desempatar! Pode?
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23:08
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Europa se volta para a direita
">site Pravda
Nos últimos anos, o antigo continente tem eleito cada vez mais líderes com tendências direitistas, ao contrário do que está acontecendo na América Latina. Países com longa tradição social-democrata ou socialista, como Alemanha, França e até a Suécia, são agora governados por líderes de direita.
Primeiro foi a Alemanha, em 2005, quando assumiu Angela Merkel, da União Democrática Cristã; em 2006, John Fredrik Reinfeldt, do Partido Moderado, chegou a primeiro-ministro da Suécia. E agora, neste fim de semana, Nicolas Sarkozy, da União por um Movimento Popular, foi eleito presidente da França.
A causa das seguidas vitórias da direita é a crise da social-democracia européia. Este regime foi extremamente bem-sucedido em criar sociedades com alto grau de liberdade, excelente nível de vida e desigualdade social relativamente pequena. Porém, o desemprego, o pequeno crescimento econômico e o grande número de pessoas dependentes do sistema de seguridade social têm causado problemas às economias desses países.
A crise não se deve a um fracasso da social-democracia, mas sim às mudanças ocorridas no resto do mundo nas últimas décadas: os Estados Unidos e a Grã-Bretanha adotaram políticas ultra-liberais a partir da década de 80, e desmontaram o sistema de seguridade social quase por completo (algo que o primeiro-ministro britânico Tony Blair reverteu parcialmente), reduzindo impostos e beneficiando o grande capital à custa das classes média e baixa; e a entrada na economia mundial de países, na sua maioria asiáticos, com mão-de-obra abundante e muito barata. Tudo isso fez com que os países social-democratas tivessem dificuldades em manter as empresas e indústrias em seus territórios, que se mudaram para países com impostos muito menores (como EUA), ou com mão-de-obra mais barata (Ásia, América Latina, e membros recentes da União Européia como Polônia, Hungria e República Tcheca).
Um traço comum entre Merkel e Sarkozy é que ambos, em suas campanhas, criticaram a Rússia, e falaram que deveriam aproximar seus países dos EUA. O argumento até foi o mesmo: ambos disseram que seus países compartem com os EUA os valores da democracia, enquanto que a Rússia não, e que não deveriam cooperar muito com um país que comete atrocidades na Tchetchênia.
Este argumento é outro mais da longa série de preconceitos e ódios da Europa ocidental contra a Rússia. Sim, houve crimes, abusos e violências cometidas contra a população civil na Tchetchênia, durante as duas guerras nesta república. Porém, foram casos isolados, e na maioria das vezes foram levados à justiça e condenados. Há até mesmo um coronel do exército russo preso por abuso. Porém, o que os EUA fizeram e fazem no Afeganistão, no Iraque e no campo de concentração de Guantánamo (não há outro nome para isso) não foram casos isolados de abuso, mas políticas intencionadas que vieram dos altos escalões do governo Bush.
A Rússia manda os terroristas para prisões depois de julgá-los e condená-los, nunca usou a pena de morte, nem sequer contra terroristas, anistiou a maior parte dos combatentes que entregaram espontaneamente as armas e não se envolveram em atendados, e matou alguns altos líderes terroristas que ou resistiram à prisão (como Aslan Maskhadov), ou porque não havia maneira de capturá-los com vida (como o extremamente sanguinário Shamil Basayev). As cidades tchetchenas estão já completamente restauradas, recebendo enorme investimentos para a recuperação da região, e há cada vez menos atentados.
Já o Iraque, 4 anos depois da invasão, continua arrasado em grande parte, com atentados cotidianos. Também o Afeganistão, invadido há mais de 5 anos, longe de estabilizar-se, está cada vez mais perigoso e violento, sendo já uma narco-economia. Os EUA mantém centenas de pessoas presas em um campo de concentração, sem nenhuma evidência que aponte seu envolvimento em atividades terroristas, sem direto a defesa, sem direito a visitas familiares, sem sequer inspeções por parte de organismos internacionais como Cruz Vermelha, Anistia Internacional e outras que possam verificar as reais condições dos presos. Dizer que os EUA compartilham dos valores democráticos e de direitos humanos, e que a Rússia comete atrocidades em larga escala, é um absurdo que só radicais de direita poderiam proferir.
Porém, apesar da retórica, o governo de Angela Merkel não foi muito distinto dos anteriores no que se refere às relações com a Rússia: há ainda grandes projetos de cooperação que continuam no mesmo ritmo. Até o projeto do gasoduto no mar Báltico, que levará gás natural russo diretamente à Alemanha, e ao qual os EUA e seus novos aliados europeus (Polônia e países bálticos) se opõem, está sendo implementado rapidamente. Isso porque a cooperação com a Rússia é muito interessante aos interesses dos europeus. É de se esperar que Sarkozy, mesmo que fale mal da Rússia, siga o mesmo caminnho.
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22:52
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Paradoxia
LÁ SE FOI ENEIAS
Lá se foi Eneias
Carneiro
Morreu
Eneias Carneiro e com ele
Morreu a nacionalismo exacerbado
A convicção ironizada
A loucura contestada
A utopia desfiada
A verdade periférica
A baita vontade barbuda
De fazer do Brasil
Um não-sei-o-quê
E não-sei-para-quê
Alias, lá se foi o Eneias, sem carneiro,
O carneiro, ele deixou em homenagem ao povo brasileiro
Que continua pastando mansamente
E mansamente indo para o abate...
( pedro pedra)
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22:49
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SARCOZI GANHOU
Sasrcozi ganhou
Ganhou protestos contra si
Ganhou o direito de destruir utopias
Ganhou o direito de ser nômade da história social do trabalho
Ganhou o direito levar a França a nadar na contra-mão da história marxista ( e sem uso)
Ganhou o direito ser mais um tentáculo direto do capitalismo mundial
E o povo francês?
Re-ganhou de vez
Abriu as pernas para o big stik do capitalismo mundial
Em breve estarão estuprados dos seus breves direitos trabalhistas.
E se a esquerda ganhasse?
O povo fecharia as pernas
Para o big stik globalizado do capitalismo mundial
E tudo passaria a ser como antes no quartel de Abrantes!
Domingo, Maio 6
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11:24
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A mulher engorda 4 vezes na vida
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O tamanho máximo da cintura, que uma mulher pode ter, sem arriscar a sua saúde é de 80cm. Sabemos que o excesso de peso causa as seguintes doenças: diabete, hipertensão, cálculos biliares, variz, deformação da articulação, insulto.
Assim, temos 4 períodos onde se verifica esse problema.
Na fase da adolescência
Quando se iniciam as alterações hormonais características desta fase, a mulher adquire um corpo com formas mais arredondadas. Isso acontece, porque o gene separa a gordura do tecido, para que a menstruação e a ovulação ocorram regularmente sem perturbação, e é necessário abastecer-se em determinadas quantidades.
Nesse momento os adolescentes, não entendendo o que passa com o organismo, comem muitos doces, pãezinhos, para sentirem-se bem. Em resultado ¿ obesidade. Ao mesmo tempo, as meninas atiram-se com zelo ou ardor na luta contra o excesso de peso afectando o processo do organismo. Como consequência: ou muito apetite ou sua completa ausência.
Gravidez
Nesse período a mulher pode perder completamente o controlo duma alimentação equilibrada. ¿Comer por duas pessoas¿ é um velho estereotipa, isso só possibilita obter excesso de peso para o filho e a mãe.
Os pesados sacrifícios
Mais uma cominação para o obesidade ¿ o período quando a mulher toma contraceptivos. Excesso de hormona provoca mudança no tecido adiposo e facilita a acumulação de gorduras. Assim a tendência de aumento do peso nas mulheres, é consultar o médico, escolhendo o meio anticoncepcional.
Depois dos 50 anos
O começo da menopausa também provoca a obesidade. 60% de mulheres nessa idade engordam-se. Entretanto, há uma redução de actividade das hormonas femininas e passa a ter um papel mais importante as hormonas masculinas testosterone. Uma concentração praticamente sem mudanças ficará no organismo da mulher durante toda a vida.
E caracterisco as mulheres engordarem na zona das ancas, os homens quando a gordura concentra-se nas barrigas. Isso é a obesidade mais ameaçadora, assim por sua vez, traz consigo doenças que afectam o coração.
Alem disso, nessa época as mulheres cansadas de aborrecimentos, tentam comer algo muito delicioso para tirar o pensamento negativo. Abrem as geladeiras e dão uma olhada, assim encontram o refúgio para o pensamento triste, depressão, solidão, raiva, sentimento vazio.
O medico esta confiante, que a única forma de livrar-se do excesso de peso e consumir menos produtos que contem gorduras. Ao mesmo tempo, a ração alimentar é ter as proteínas em quantidades necessárias.
Para manter a dieta e aconselhável praticar desporto, para conservar um alto consumo de energia pelo organismo e defender a perda dos músculos.
Por uma etapa de jogo de ténis ou trabalhando no campo, uma pessoa perde 350 calorias.
Uma hora de natação 500 calorias.
Praticando aeróbica ou jogando badminton durante 60 minutos perde 450 calorias.
Tradução: Dério Nunes
do site PRAVDA
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11:17
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OS TRES PORQUINHOS
Por Vald Ribeiro
Era uma vez três porquinhos. Um, mais velho e barbudo, era o mais experiente de todos. Aprendera na escola da vida a se virar e, inclusive, a ser o chefe maior da porcada.Não tinha tempo para brincadeiras. Nas refeições, agora pomposas sempre lembrava do tempo que comia café com farinha . Agora só comia coisas chiques no café! Mesmo comendo caviar, ele adorava mesmo era jabá e em vez de doces finíssimos, gostava era de doce grossíssimo: a rapadura!chamava-se LULÃO, o prático.
O do meio, chamava-se SERRÃO, pois gostava serrar idéias. Gostava de tomar café, preferencialmente sem leite e nem queijo! Além disso, em discussões acirradas, ficava sempre em cima do muro, era também um chefe, um chefe regional.
Já o porquinho mais jovem, era meio banda - voou: só gostava de brincar, brincar e brincar, até com coisas sérias como o amor ele achava de fazer brincadeiras! Apesar do tom brincalhão, era, era muito frio com os interesses da porcada e por isso era chamado de NEVES. Era também um chefe regional e gostava muito de leite e de queijo, queijo Minas é claro!
Lulão, o prático, resolveu construir sua casa no Planalto central, era sólido como o Pão de Açúcar. Os outros dois porquinhos viviam ansiosos por ter direito também a essa casa. Além disso, ambos tinham medo da grande loba-má, cujo nome era Eleição.
Em tempos de povo quase consciente nenhum dos porquinhos ousava cantar
"Quem tem medo da Loba má,
Loba má, loba má?"
Por certo tempo, os ânimos dos porquinhos ficaram exaltados, Afinal, em se tratando de chegar a tão cobiçada casa do Planalto, todos eram adversários! Até brigaram - coisa comum entre todos que almejavam a tal casa e assim ser chefe da porcada.
Os três porquinhos, ultimamente, passavam os dias sonhando e pensando na tal casa do Planalto.
Lulão, o porquinho rei, estava preocupado porque em 2010 deixaria a casa, mas desejava ansiosamente voltar em 2014. Porém, só poderia voltar em 2014 se o porquinho que o sucedesse não cobiçasse ficar por mais 4 anos. Se o porquinho de 2014 resolvesse ficar mais 4 anos, o Lulão só poderia voltar à casa em 2018, aí já estaria velhinho e gagá ( inclusive ele já é meio gagá!).
Serrão também estava preocupado, se um outro porco amigo de Lulão conseguisse a casa, poderia ficar 4 + 4 anos. Então Serrão, perderia as chances de em morar na casa, pois em 2018 já estaria caducando.
Já o mais novo, esse nem preocupava com a velhice! O que ele queria mesmo era a casa do Planalto! Queria logo, antes de 2018!
Matutaram, matutaram e, depois de tantas matutações resolveram defender que cada um que chegasse à casa, ficaria apenas 5 anos, sem direito a Reeleição, digo, a voltar a morar na casa. Os três porquinhos, que se consideravam os mais espertos da porcada, estaria garantindo a sua possível estadia na tão desejada casa. Se Serrão ganhasse o direito à casa, poderia ficar até 2015. Aí Neves poderia assumir em 2020.Ou se Neves fosse em 2015 para a casa, Serrão iria em 2020. Já Lulão, sairia ganhando e re-ganhando se um desses porquinhos ganhasse em 2015, pois poderia voltar em 2020.
Os porquinhos resolveram, discretamente, mostrar suas idéias na ultima semana do mês de abril.
Esses porquinhos, são mais espertos do que do que o Chicó e o João Grilo!
Moral da história:
Em terra de Estrela, quem tem dois Tucanos pode ser rei.
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10:29
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VEM AÍ A NOVA EQUIPE DO BLOGO OLHARES
O nosso blog contará a partir da semana que vem de uma grande equipe de colaboradores. Mais dinamismo, mais ações, mais humor!
Confira:
ALÔ FUTURO
Com o pai de santo-aposentado PAINHO DE OXENTE
Que estará fazendo previsões e imprevisões para o futuro político do Brasil através de cartas de Tarot, búzios ( originalmente catados em Búzios no Rio de Janeiro)e com bola de cristal líquido.
HORÓSCOPO DA VIDA COMO ELA É
Com o mega médio astrólogo JÃO BIDÊ , que estará periodicamente fazendo previsões astrais, com absoluta inclusividade para você.
ENTREVISTA COM Os MORTOs
Com a repórter Ud Allem, a repórter que é muito mais do mediun, é grandium.
POESIA DA VIDA PRIVADA
Com o poeta PEDRO PEDRA, o Gregório de Matos do século 21.
Tudo isso e muito mais!
Aguarde.
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10:27
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Entenda o que é o "efeito estufa" e como ele provoca o aquecimento global
Paulo Montoia
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Ao chegar à Terra, parte da energia do sol é aprisionada na atmosfera e isso a mantém "quentinha", a uma temperatura média de 30 graus. É esse efeito benéfico que os cientistas chamam de Efeito Estufa, expressão que tem um sentido mais claro no original em inglês greenhouse effect (Efeito de Estufa de Plantas). As explicações estão na página www.unfccc.org.
Sem o efeito estufa, não haveria vida na terra e nos oceanos, pelo menos com a riqueza, a diversidade e complexidade que conhecemos hoje. O problema é que, nas últimas décadas, os climatologistas perceberam que a temperatura média do planeta estava aumentando, ou seja, está acontecendo uma intensificação do efeito estufa.
Popularmente, portanto, se fala nos efeitos perniciosos do efeito estufa quando na verdade se está fazendo referência aos problemas trazidos pela intensificação desse efeito, não por ele em sim, que existe há milhões de anos e é fundamental para a existência de vida no planeta.
Nas últimas décadas, os cientistas passaram a estudar as causas desse sobreaquecimento, alertando a comunidade internacional. Esse movimento deu origem à Convenção das Nações Unidas Sobre as Mudanças Climáticas, aprovada e iniciada na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, em 1992, a Eco-92, ou Rio-92.
A temperatura média do planeta já subiu 6 graus no século 20 e as projeções indicam que subirá entre 1,4 grau e 5,8 graus até o ano 2100, se nada for feito para deter o processo, segundo informe oficial do portal de internet da Convenção. "Mesmo uma pequena elevação da temperatura faz-se acompanhar por mudanças climáticas nas camadas de nuvens, nas chuvas, padrões dos ventos e duração das estações do ano", destaca a Convenção no portal da internet.
Os gases do efeito estufa formam como que uma "redoma de vidro" sobre o planeta, deixando entrar a luz e aprisionando o calor. Originalmente, esses gases somavam apenas 1% do total da atmosfera. O principal deles é o dióxido de carbono (CO²), que tinha participação de 60% nessa soma. Ocorre que os principais energéticos utilizados pelo homem nos últimos séculos ¿ madeira, carvão, petróleo e gás natural ¿ liberam carbono (C) na atmosfera e contribuem para formar mais dióxido de carbono (também conhecido como gás carbônico ou CO²), que intensifica o efeito estufa.
O ciclo de absorção e liberação de carbono é um dos mais amplos e importantes do meio ambiente e envolve ar, terra e seres vivos, águas doces e oceanos. As plantas, por exemplo, absorvem carbono e o armazenam. Mas a liberação de carbono no ambiente, pelo homem, acontece numa velocidade maior do que a capacidade de absorção do ambiente. Segundo dados da Convenção das Nações Unidas sobre o assunto, os níveis de CO² na atmosfera estão crescendo 10% a cada 20 anos.
O Tratado de Quioto pretende reduzir as emissões de carbono, particularmente as geradas por atividades industriais e veículos de transporte. Objetiva também estimular todos os tipos de projetos que preservem ou ampliem a capacidade do ambiente de absorver o CO² ou outros gases causadores da intensificação do efeito estufa (ozônio ¿ O³ ¿ ou metano, CH4, por exemplo), por meio do mercado de créditos de carbono.
Outras informações sobre o efeito estufa podem ser encontradas na página oficial da convenção na internet, www.unfccc.org
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