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Sexta-feira, Novembro 2
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Brasilia - Adolescentes fazem manifestação em frente ao Palácio do Planalto pedindo a legalização da maconha Foto: José Cruz/ABr
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Tropa de Elite e os erros da esquerda
Este observador já estava se sentido um verdadeiro ET, mas finalmente viu o filme que todo mundo anda comentando. E achou Tropa de Elite excelente, bem acima da expectativa que tinha a respeito da fita. É violento? Sim, Tropa de Elite é violento, mas não mais do que Pixote ou Carandiru, por exemplo. Na verdade, a polêmica que o filme causou se deve muito menos à violência presente na tela do que a um certo esforço de setores da intelectualidade em estigmatizar Tropa de Elite e o protagonista, o capitão Nascimento, como uma fabricação da direita a serviço da visão linha-dura da política de segurança no país, especialmente no Rio de Janeiro. Ou, em outras palavras, que o filme é "fascista" porque estaria a indicar medidas de força como as únicas possíveis para o problema da violência.
Vamos por partes. Primeiro, dá para compreender este tipo de leitura do filme, mas ela é profundamente injusta. Na verdade, intelectuais de esquerda têm uma dificuldade grande para formular idéias razoáveis na área de segurança pública. Em geral tratam a questão a partir do que escreveu o filósofo Michel Foucault, autor de Vigiar e Punir – e mesmo isto está presente no filme, em uma passagem que se revela bastante irônica com Foucault. Portanto, para a maior parte da militância de esquerda, segurança é sinônimo de "aparelho repressor do Estado" (capitalista, naturalmente). Partindo deste referencial, de fato sobra muito pouca coisa além de pregar a melhoria das condições de vida dos mais pobres, como se isto pudesse significar necessariamente uma diminuição da violência. É até óbvio que a violência seja menor com a redução da desigualdade social, mas isto não é suficiente e deixa de fora fenômenos importantes como o tráfico de drogas. Afinal, que outra atividade – concessões de estradas em gestões do PSDB à parte – tem taxa de retorno tão alta? Em outras palavras, não basta apenas trazer perspectivas de educação e emprego para os pobres, porque o tráfico é uma máquina de fazer dinheiro a serviço de uma melhoria rápida e profunda na vida dos que com ele se envolvem, em que se pesem os riscos envolvidos no negócio.
A questão das drogas
A esquerda certamente se irrita com a forma com que os estudantes maconheiros e cheiradores são apresentados no filme. Mas o que se apresenta ali é uma caricatura, necessária para o que o diretor se propôs a discutir. Afinal, não é simplismo algum dizer que o sujeito que cheira cocaína está, em última análise, financiando um esquema criminoso que resulta nas mortes e verdadeiras carnificinas nos morros. Isto é fato, não é simplificação. Quem toma Red Label pode eventualmente matar alguém no trânsito, mas jamais terá fornecido recursos ao crime organizado (a menos, é claro, que compre a bebida de contrabandistas)...
No fundo há duas formas de ver as coisas quando o assunto é droga: ou se defende a liberação total e completa de todo tipo de substância tóxica, como defendem muitos economistas liberais da Escola de Chicago, sob a alegação de que o custo para combater o tráfico é mais alto do que os benefícios deste combate; ou se enfrenta o tráfico e se reprime o consumo. Uma parte da esquerda aceita bem a idéia da liberação das drogas e pode assim ter motivos para a indignação com a maneira como o filme trata os jovens consumidores. A parte da esquerda que concorda com a proibição dos tóxicos, porém, também reclama e se apega na questão dos "direitos humanos" – exige da polícia tratamento, digamos, mais civilizado com o tráfico e também alguma tolerância com os consumidores. A segunda postura, no fundo, é apenas uma fuga do debate real.
Herói para quem precisa
Voltando ao filme, o que o diretor José Padilha fez foi mostrar as várias faces de uma questão bastante complexa, qual seja a da violência urbana que em boa parte, mas não apenas, se deve ao tráfico de drogas. O capitão Nascimento, protagonista de Tropa de Elite, não é retratado de forma alguma como um super-herói: tem síndrome do pânico, bate em mulher, faz uso da tortura e é assumidamente um justiceiro.
Aliás, alguém já escreveu, em uma observação bastante perspicaz, que Padilha não utiliza certas artimanhas, muito comuns em filmes norte-americanos, para fazer o público simpatizar com o "herói": ninguém ameaça o filho do capitão ou mexe com a mulher dele. Pode-se acrescentar que também não há nenhum momento em que Nascimento sofra uma emboscada ou apareça em situação difícil da qual consegue se livrar milagrosamente.
Na verdade, o fato de boa parte do público aceitar o capitão Nascimento como herói diz mais a respeito de um estado de espírito presente na população, especialmente no Rio e São Paulo, do que é propriamente fruto da intenção do diretor. É evidente que para quem já sofreu ou sofre com a violência urbana, o modo de agir do Batalhão de Operações Policiais Especiais acaba sendo celebrado como solução, até porque na polícia convencional, como o filme deixa claro, poucos confiam...
Assim, não se pode dizer que o filme seja fascista, embora parte do público esteja ávida por soluções fascistas para a tragédia da violência brasileira. Quando o capitão Nascimento diz que entra no Bope está indo para guerra, isto é apenas verdadeiro e não havia outra forma para o diretor de Tropa de Elite retratar tal realidade.
No fundo, do ponto de vista da esquerda, melhor do que discutir se o filme está a serviço da direitosa política linha-dura da segurança é tentar formular com alguma clareza o que deve ser uma política cidadã de segurança pública. Nas atuais circunstâncias, o autor destas mal traçadas duvida que fosse possível prescindir de gente como o capitão Nascimento e de uma tropa de elite tal e qual a do Bope. Por uma razão simples: há mesmo, nas duas maiores cidades do país e em alguns entrepostos ou municípios estratégicos para o tráfico, como Campinas, uma guerra urbana em andamento. Infelizmente, é esta a realidade hoje e dá para entender o motivo de tamanho entusiasmo com o Bope. Em tempos de paz quem sabe o Batalhão de Operações Policiais Especiais seja simplesmente desnecessário e o capitão Nascimento compreendido apenas e tão somente como um personagem de dias confusos que o país enfrentou. É pelo que nos resta torcer.
(Por Luiz Antonio Magalhães em 30/10/2007
Texto originalmente publicado no blog Entrelinhas)
Fonte: Observatório da Imprensa
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Morreu piloto que lançou a primeira bomba atômica "Little Boy"
Paul Tibbets, o piloto norte- americano que lançou a primeira bomba atômica "Little Boy" sobre Hiroshima em agosto de 1945, provocando a morte instantânea de dezenas de milhares de pessoas morreu nesta quinta-feira, aos 92 anos de idade na sua residência em Ohio, EUA. O jornal The Columbus Dispatch, de Ohio, informou que ele deixa uma esposa, Andrea, e três filhos, e que o corpo será cremado.
No dia 6 de agosto de 1945, o então jovem tenente-coronel da Força Aérea americana pilotava o bombardeiro SuperFortress B-29 "Enola Gay", que liberou a primeira bomba atômica da história da humanidade.
Paul Tibbets tinha apenas 30 anos quando decolou com seu B-29 junto com 11 membros da sua tripulação, de uma base americana nas Ilhas Marianas. O bombardeiro tinha sido batizado de Enola Gay, o nome da mãe de Tibbets, segundo AFP.
O primeiro teste nuclear havia sido realizado com sucesso menos de um mês antes, no dia 16 de julho de 1945, no deserto do Novo México.
No dia 24 de Julho, o presidente Harry Truman (1945-1953) aprovou a decisão de efetuar bombardeios atômicos contra o Japão.
No dia 31 de julho, Truman ordenou o bombardeio de Hiroshima "assim que o tempo permitisse".
Na verdade, a missão de Tibbets tinha começado bem mais cedo, em setembro de 1944.
O jovem piloto, que havia participado de inúmeros combates na Europa e no norte da África, foi convocado à base aérea de Colorado Springs onde tomou conhecimento da missão.
A tripulação foi escolhida pelo próprio Tibbets e poucos dias antes do bombardeio, o grupo foi transferido para a ilha de Tinian, no Pacífico sul.
"Little Boy"
Na época, os cientistas foram claros com o piloto: o avião deveria voar a 31.000 pés (9.448 metros) e a bomba iria explodir a cerca de 600 metros de altitude. Apenas 43 segundos iriam se passar entre o momento em que a "Little Boy" (o apelido da bomba) deixaria a aeronave e a sua detonação. Se a tripulação quisesse sobreviver, teria que se afastar, durante esse tempo, cerca de 12,8 quilômetros.
Os doze homens a bordo do Enola Gay, às 02h45 do dia 6 de agosto de 1945, estavam equipados apenas com um pára-quedas e uma pistola. Ao comandante, o médico da base entregou, na época, uma pequena caixa contendo doze pílulas de cianureto, um potente veneno. Em seguida, o capelão da base fez uma oração e foram tiradas algumas fotografias. Então, o Enola Gay recebeu ordens para decolar.
Às 08h15, hora de Hiroshima, a bomba foi liberada. Tibbets imediatamente posicionou o avião numa curva à direita, em cerca de 155 graus. Só Bob Caron, que estava na parte de trás do avião, foi capaz de ver a gigantesca bola de fogo e de tirar fotografias. O avião foi atingido, então, pela onda de choque da bomba, que o balançou moderadamente. Em seguida, todos viram "o gigante cogumelo de cor púrpura".
Paul Tibbets voltou-se então para a tripulação: "Rapazes, vocês acabam de liberar a primeira bomba atômica". Após retornar ao solo, o entusiasmo foi geral. Tibbets receberia, posteriormente, a medalha militar Distinguished Service Cross.
O presidente Truman teria dito à tripulação, depois do retorno aos Estados Unidos: "Não percam o sono por terem cumprido essa missão; a decisão foi minha, vocês não podiam escolher".
Promovido a general de brigada em 1959, Tibbets deixou o exército em 1966.
No 60º aniversário do bombardeio, há dois anos, os três tripulantes do Enola Gay que ainda estavam vivos, entre eles Tibbets, afirmaram que eles não tinham como "voltar atrás". "A utilização da bomba atômica ocorreu em um momento necessário na história. Não tínhamos como voltar atrás", disse Tibbets.
Fonte: Pravda
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10:18
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Novas recomendações para evitar o câncer
Evitar o consumo excessivo de carne vermelha e de vinho e manter-se margo é uma das melhores maneiras de prevenir o câncer, revelou um novo estudo.
O Fundo Mundial de Pesquisas sobre o Câncer (WCRF) afirmou que a ligação entre o acúmulo de gordura no corpo e o câncer é mais direta do que se imaginava, escreve BBC Brasil.
Seu estudo encontrou evidências convincentes de ligação da obesidade com seis tipos de câncer, cinco a mais que a última pesquisa do tipo, feita há dez anos.
Os seis tipos são: câncer de esôfago, de pâncreas, do endométrio, de rim, de mama (pós-menopausa) e colorretal.
"Estamos recomendando que as pessoas se mantenham o mais magras possível dentro da faixa saudável, e que evitem o ganho de peso durante toda a vida adulta", disse o professor Michael Marmot, presidente do grupo de 21 cientistas eminentes que compilou o relatório.
O documento, que selecionou 7.000 estudos de um universo mundial de 500 mil realizados desde o início dos registros, nos anos 1960, traz cinco conclusões fundamentais.
Uma delas é que as carnes processadas, como presunto e bacon, elevam o risco de câncer colorretal e devem ser consumidas com parcimônia.
Outra é a ligação entre a carne vermelha e o câncer colorretal. As pessoas não devem comer mais que 500 g de carne vermelha cozida por semana -- ou entre 700 g e 750 g de carne crua.
O levantamento também mostrou a conexão entre o álcool e o câncer. As pessoas devem limitar seu consumo a duas doses ao dia para homens e uma para mulheres. Uma dose é equivalente a um copo de cerveja ou uma taça pequena de vinho.
O documento incentiva a amamentação, já que evidências mostraram que o aleitamento protege a mãe do câncer de mama.
"Este relatório é um verdadeiro marco na luta contra o câncer, porque suas recomendações representam as orientações mais definitivas já disponibilizadas no mundo para prevenir o câncer", disse o professor Martin Wiseman, diretor de projeto do estudo.
Os cientistas acreditam que um dos motivos para a ligação da gordura com o câncer seja o desequilíbro hormonal. Pesquisas mostraram que as células adiposas secretam hormônios como o estrogênio, que aumenta o risco de câncer de mama, e que a gordura acumulada na cintura estimula o corpo a produzir hormônios de crescimento.
O relatório recomenda 30 minutos de atividade física moderada por dia, aumentando para 60 minutos; tomar água, em vez de bebidas com açúcar; comer frutas e alimentos de origem vegetal; limitar o consumo de sal.
Fonte: Pravda.ru
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Estádios brasileiros não têm condições de receber jogos da Copa de 2014, aponta estudo
Rio de Janeiro - Escolhido pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) como sede da Copa do Mundo de 2014, o Brasil não tem estádios em condições de receber um jogo compatível com o evento. A conclusão é de um estudo do Sindicato Nacional da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco) sobre a situação dos estádios existentes no país.
Os resultados foram obtidos com base em visitas de uma comissão de engenheiros e arquitetos especializados em projetos de complexos desportivos a 29 estádios em todos os estados do país, exceto o Acre. Segundo a entidade, o país tem muito a fazer nos próximos sete anos para atender às exigências da Fifa.
Diretor do Sinaenco e um dos coordenadores do estudo, Vicente Castro Melo ressalta que o levantamento aponta problemas que têm sido encarados “com vista grossa”. Essas questões incluem sanitários inadequados, vestiários de jogadores em condições precárias, dependências para o público sem conforto mínimo e falta de manutenção constante para evitar acidentes. “A gente constatou que a maioria dos estádios peca nesse sentido”, disse.
Mesmo os estádios mais novos precisam de ajustes. De acordo com Castro Melo, o Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, construído para os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, não cumpre as exigências para uma partida de Copa do Mundo.
Apesar de considerar o prazo de sete anos até a Copa do Mundo no Brasil suficiente para as melhorias necessárias nos estádios, o especialista afirmou que a realização de obras complementares de infra-estrutura, como investimentos em transportes, necessita de planejamento que deveria ter sido iniciado para poder ser finalizado a tempo para a competição.
Para receber um jogo de Copa do Mundo, os estádios precisam ter pelo menos 45 mil lugares. Os estádios das cerimônias de abertura e encerramento deverão ter capacidade superior a 80 mil pessoas. Levando em conta o custo de US$ 2 mil por espectador, os investimentos necessários para construir um estádio giram em torno de US$ 90 milhões (nas instalações de menor porte) e de US$ 150 milhões a US$ 180 milhões (nos estádios maiores).
Castro Melo diz ainda que a maioria dos projetos será viável por meio de parcerias público-privadas (PPPs). Outra possibilidade é o financiamento das obras de modernização e construção de estádios por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Segundo o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, existe espaço para esse tipo de linhas de crédito desde que os estados e municípios tenham autorização para tomar empréstimos e apresentem um plano de negócio consistente. “A gente tem apoiado o saneamento, a infra-estrutura urbana e o transporte coletivo. Por que não a infra-estrutura esportiva do país?”, questiona.
Para o diretor do Sinaenco, o pagamento desses financiamentos é viável com a exploração comercial dos estádios. “Os patrocinadores são fundamentais para garantir a execução do evento”, analisa. Os investidores estrangeiros, diz Castro Melo, também representam uma opção. “Eles estão interessados em administrar essas instalações porque a rentabilidade é muito boa.”
Fonte: Agência Brasil
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10:12
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Petista considera reeleição 'uma violência'
Presidente interino do Senado, Tião Viana (PT-AC) disse, na quinta-feira, que considera um possível terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lulada Silva “uma inconveniência, um ato de violência da ordem constitucional". Segundo afirmou, o país já teve outros exemplos desse tipo de violência provocada pelo casuísmo, entre eles o da própria emenda da reeleição.
- Não é da tradição democrática brasileira a reeleição embora eu, pessoalmente, seja a favor do princípio da reeleição. Acho que o Brasil deveria amadurecer e refletir com muita seriedade sobre o resultado dessa experiência de reeleição e não interromper a ordem constitucional vigente para mais uma modificação, ampliando a oportunidade de umterceiro mandato - disse.
Na semana passada, o próprio presidente Lula voltou a afirmar que não apóia a proposta de um terceiro mandato para a Presidência da República. A imprensa vem noticiando que deputados aliados têm sugestões preparadas para permitir um terceiro mandato de Lula e que planejam colocar em breve a discussão na pauta de votações do Congresso Nacional.
Um desses pedidos para a instalação de um terceiro mandato para Lula partiu do deputado Fernando Ferro (PT-PE). Em fevereiro, ele solicitou o desarquivamento de propostas sobre a reeleição e coloca, desta forma, em discussão, a emenda que permitiria a continuação do atual mandatário no poder.
O movimento acelera a discussão levantada pelos deputados Devanir Ribeiro (PT-SP) e Carlos Willian (PTC-MG). Eles também defendem a possibilidade de terceiro mandato para Lula, uma vez que a emenda já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara em junho de 2000.
Fonte: CORREIO DO BRASIL
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10:11
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Importações de 2007 já ultrapassam total do ano passado
Brasília - A balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 3,43 bilhões em outubro. As exportações totalizaram US$ 15,76 bilhões e as importações, US$ 12,33 bilhões. Nos dois casos, houve crescimento em relação a outubro do ano passado, quando os montantes foram de US$ 12,68 bilhões e US$ 8,73 bilhões, respectivamente.
No que se refere às compras do exterior, o Brasil já chegou a US$ 97,99 bilhões, ultrapassando o total do ano passado: US$ 91,39 bilhões.
No acumulado do ano, a corrente comercial brasileira - soma de exportações e importações - cresceu 21,8% em relação ao mesmo período do ano passado: US$ 230,36 bilhões contra US$ 189,12 bilhões. As exportações já chegam a US$ 132,36 bilhões (crescimento de 16,5%) e as importações, a US$ 97,99 bilhões (alta de 29,8%).
Na comparação com setembro deste ano, tanto as vendas para o exterior quanto as compras aumentaram. Em outubro, a corrente comercial com o resto do mundo alcançou US$ 28,09 bilhões, contra US$ 24,86 do mês anterior.
Os números gerais da balança comercial de outubro foram divulgados hoje (1º) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Os detalhes por fluxo de produtos e de países serão conhecidos agora à tarde.
Fonte: Agência Brasil
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