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Sábado, Março 8
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O HOMEM E A MULHERO homem é a mais elevada das criaturas. A mulher a mais sublime dos ideais. DEUS fez para o homem o trono; para a mulher um altar. O trono exalta;o altar santifica. O homem é o cérebro;a mulher o coração. O cérebro produz a luz;o coração o AMOR. A luz fecunda;o AMOR ressuscita. O homem é o código;a mulher o evangelho. O código corrige;o evangelho aperfeiçoa. O homem é um templo;a mulher um sacrário. Ante o templo, nós nos descobrimos; ante o sacrário,ajoelhamo-nos. O homem é um oceano;a mulher um lago. O oceano tem pérolas que o embeleza; O lago tem a poesia que o deslumbra. O homem é um uma águia que voa;a mulher um rouxinol que canta. Voar é dominar os espaços;cantar é conquistar a alma. O homem tem um fanal: a consciência. A mulher tem uma estrela: a esperança. O fanal guia e a esperança salva. Enfim, o homem está colocado onde termina a TERRA. A mulher onde começa o CÈU. Poema de Victor Hugo
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IBGE revela que mulheres estudam mais, no entanto ganham menos que os homensRio de Janeiro - Embora as mulheres estudem mais, elas ainda ganham menos que os homens. É o que mostra pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada hoje (7), véspera do Dia Internacional da Mulher. Entre os trabalhadores com nível superior completo, o salário das mulheres equivale a 60% dos rendimentos pagos aos homens na mesma função. Elas recebem cerca de R$ 2,2 mil enquanto os homens R$ 3,8 mil. A proporção se mantém mesmo quando o nível de ensino da mulher é superior ao do homem. O levantamento mostra que 59,9% das mulheres ocupadas estudaram onze anos ou mais, contra 51,9% dos homens trabalhadores. “Isso indica que mesmo com grau de escolaridade mais elevado as discrepâncias salariais não diminuem”, diz a pesquisa do IBGE. O estudo mostra também que apesar de as mulheres serem a maioria da população brasileira, nem metade está trabalhando. Nas seis regiões estudadas 44,4% das mulheres tinham emprego, a maioria das ocupações, entretanto, não é reconhecida formalmente. “Das mulheres ocupadas, 37,8% tinham trabalho com carteira assinada no setor privado, enquanto entre os homens o percentual foi de 48,6%”, aponta o documento do IBGE. Os dados fazem parte de análises de pesquisas sobre emprego realizadas pelo IBGE entre janeiro de 2003 e janeiro de 2008. fonte: Agência Brasil Quinta-feira, Março 6
QUEM FOI NANINHA!OU: LULA AMA AéCIO NEVESPor Vald Ribeiro Lula desejaria muito tirar o o tucaníssimo Aecio do PSDB , levá-lo para um partido da base aliada ( ou que sabe, penso eu, o PT) e transformá-lo em seu candidato à presidência da República. Quem diria que um dia aquele ex-sindicalista, sempre averso à burguesia , que sempre se posicionou contra os políticos representantes da elite e que tinha ojeriza pelos tucanistas iria, um dia, desejar alguém tão tucanista assim para apoiar? Isso me faz lembrar de uma frase folclórica de um eminente político baiano Chico Pinto, morto recentemente: "política é igual nuvem, ora esta de um jeito, ora está de outro". Parafraseio dizendo: Esquerda no Brasil é igual nuvem, ora está de um jeito, ora está de outro! Ou seria melhor dizer: Lula é igual nuvem?Que foi Naninha?
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Por Redação, com agências internacionais - de Washington
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Colômbia pode incendiar o continente", diz geógrafoPara André Martin, professor da USP, a Colômbia com o apoio dos Estados Unidos desencadeou uma corrida armamentista na região e, com a violação da fronteira com o Equador, cria um clima de conflito na América Latina Ao contrário do que apregoa a mídia corporativa, o geógrafo André Martin afirma que a aliança militar dos Estados Unidos com a Colômbia está provocando uma corrida armamentista na América Latina. "Esse fato desmascara um mito que tem sido vendido de que a Venezuela que está na corrida militar, e isso não é verdade. Basta se fazer a comparação das forças que fica muito claro que quem desencadeou uma corrida militar na América do Sul foi o Plano Colômbia", afirma o professor da Universidade de São Paulo (USP) da cadeira Regionalização do Espaço Mundial. Segundo ele, as operações militares do país governado por Álvaro Uribe de matar guerrilheiros violando o território equatoriano respondem à mesma lógica da atuação dos Estados Unidos em todo o globo. "Cria-se um comportamento unilateral, uma quebra da legalidade imitando o que os EUA fazem em nível mundial", afirma. Para o geógrafo, Uribe tomou uma atitude calculada cujo objetivo político foi minar as negociações de libertações de reféns políticos lideradas por Hugo Chávez com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Mas ao matar o principal interlocutor guerrilheiro, Raúl Reyes, o presidente colombiano pode regionalizar um conflito em todo o continente. "É óbvio que foi uma ação calculada com os Estados Unidos, com a CIA, que vislumbram até onde poderia ir as reações equatoriana e venezuelana. Isso começa a crispar todo o continente sul-americano, existem outros focos de tensão que não podemos subestimar", analisa. Qual é o significado da intervenção da Colômbia no território do Equador? Do ponto de vista estratégico-militar, foi uma ação bem planejada e que desorganiza as Farc e coloca o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em uma situação incômoda. É também uma ação evasiva, porque desvia a atenção para um outro cenário que não estava no foco, o Equador. O foco estava na relação Colômbia e Venezuela. Certamente, as conseqüências diplomáticas foram calculadas, sabia-se que haveria problemas, mas calculou-se que não se chegaria às vias de fato, uma guerra. No entanto, o grau de tensão geral no continente fica muito alto. Assim, cria-se um comportamento unilateral, uma quebra da legalidade imitando o que os EUA fazem em nível mundial. O grande ator da área que tem agido com moderação exemplar, o Brasil, fica numa posição difícil. A nossa chancelaria atuou com veemência, exigiu um pedido de desculpas do governo colombiano, mas a nossa situação fica incômoda e temos que colocar água nessa fervura. Há possibilidade de haver um conflito armado? Em função apenas desse episódio, não. Mas o fato eleva a temperatura a uma tal maneira que os próximos episódios não controlados pelos colombianos podem degenerar, esse é meu temor. Agora é óbvio que foi uma ação calculada com os Estados Unidos, com a CIA, que vislumbram até onde poderia ir as reações equatoriana e venezuelana. Isso começa a crispar todo o continente sul-americano, existem outros focos de tensão que não se pode subestimar. Para onde vai se levar isso? O que se quer, dividir o continente entre pró e anti-americanos? Essa ação teve o objetivo de tirar o presidente da Venezuela como protagonista nas negociações de libertação dos reféns das Farc? Exatamente, porque Uribe não quer negociar a paz. Isso tem sido recorrente nesse processo de libertação de prisioneiros. Quando aparenta que está se iniciando uma negociação, o governo colombiano age com uma traição. Por que o Raúl Reyes era tão importante? Porque era quem estava negociando as libertações. E isso prova que o governo colombiano não têm interesse na libertação da Ingrid em especial (leia reportagem) e está apostando na solução militar. Mas não acredito que se consiga derrotar as Farc militarmente com a facilidade que se imagina. Um golpe como esse em cima de uma figura emblemática psicologicamente abate, mas no campo de batalha a situação é diferente e isso só vai esquentar o tempo na América Latina. Para quê? Será que esse é o caminho da solução do problema, o extermínio do grupo Farc, depois eles vão ter que se ver com o Exército de Libertação Nacional (ELN)... Até onde vai? E é preciso uma ação muito firme contra essa perspectiva. A maior parte dos presidentes latino-americanos condenou a ação no Equador... Eu vejo o continente unido contra a Colômbia, porque ninguém pode aceitar isso, a violação das fronteiras. Isso é um problema mundial. Tanto sangue correu, tantas guerras foram feitas, para se erigir como princípio a inviolabilidade das fronteiras, o respeito às fronteiras, estabelecidas na ONU, consenso entre as partes. Agora, viola-se isso impunemente, não tem mais ordem mundial nenhuma, é o império da selva. Então, esse é o problema. Esse fato desmascara também um mito que tem sido vendido de que a Venezuela que está na corrida militar, e isso não é verdade. Basta se fazer a comparação das forças que fica muito claro que quem desencadeou uma corrida militar na América do Sul foi o Plano Colômbia. Desse ponto de vista se esclarecem mais as coisas. E como o senhor avalia o posicionamento do Brasil? A primeira expectativa é de que o país atue com moderação, sem apoiar totalmente Equador e Venezuela, mas defendendo a manutenção do marco jurídico e condenando a violação dos princípios de legalidade e colocando em maus lençóis a diplomacia colombiana. Mas se a situação se complicar e sair do campo diplomático para o militar, quem é a grande potência da região? O Brasil. Estamos preparados para qualquer implicação desse tipo? Mas há uma possibilidade de haver um conflito? É claro que há. Qual é o fim da linha da Colômbia? Se o Plano Colômbia é a cópia do plano dos Estados Unidos no Iraque, a rendição, o extermínio do inimigo, do terrorismo, temos que imaginar o dia seguinte dessa vitória sem as Farc. Ficará melhor a Colômbia? Não existe um inimigo público número um, e os problemas sociais todos permanecerão todos iguais. Isso já se repetiu, já se matou o inimigo público e não adianta, porque não se vai à raiz das questões, das desigualdades, da fragmentação interna colombiana em múltiplas regiões, em múltiplos grupos de poder oligárquicos. A Colômbia não completou inteiramente sua integração nacional. Um dos objetivos da escalada colombiana é a morte da Ingrid. Será um trauma muito severo, se isso acontecer, mas o que se busca é isso. O movimento Nacion Cambam, separatista de Santa Cruz de La Sierra, já treina soldados na selvas colombianas com as Forças Autodefesas Unidas da Colômbia – grupo paramilitar – com patrocínio dos EUA, preparando-se para possíveis episódios que podem ocorrer. Essa visão de tentar liquidar as Farc me parece um erro estratégico e que pode incendiar a América Latina. É um risco que se corre. Se houvesse um conflito armado, como os países da América Latina podem se posicionar? O alinhamento está ficando claro: Argentina, Brasil e Venezuela formam um pacto Atlântico que não está se ajustando ao império norte-americano. No campo do Pacífico, há a Colômbia e Peru, que são as duas peças que fazem o jogo dos Estados Unidos. O Chile é um pouco mais neutro, e obviamente a Colômbia aqui se radicaliza e fica contra todo mundo. O Peru também está com uma sociedade muito dividida. Problemas de divisão interna e atritos externos colocam a temperatura das relações muito alta. Agora, aguarda-se que a diplomacia leve ao recuo das tropas que estão nas fronteiras. É perigoso manter as duas em preparação. É a isso que temos que estar atentos nos próximos dias. Essa crise vai afetar as negociações de libertação dos reféns das Farc? O objetivo estratégico político da ação foi esse, torpedear o processo de negociação Fonte: Pravda.RU Quarta-feira, Março 5
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Uribe atrapalhou a libertação de BetancourtPor Redação, com agências internacionais - de Quito e Nova YorkO presidente equatoriano Rafael Correa negociava negociação de refénsO ataque colombiano a um acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), na madrugada de sábado, custou muito mais do que a vida do comandante Raúl Rayes, o segundo homem na escala de comando dos guerrilheiros e porta-voz da organização armada. Foi um tiro mortal nas negociações mantidas pelo presidente equatoriano, Rafael Correa, para a libertação dos reféns políticos, em poder da guerrilha colombiana. Em entrevista, na terça-feira, Correa disse que seu governo estava próximo de um acordo para a libertação de 12 reféns, incluindo a ex-candidata presidencial colombiana franco-colombiana Ingrid Betancourt. Correa respondeu às acusações feitas pelo governo colombiano de que seu governo mantinha relações com os rebeldes, em meio a uma disputa diplomática em torno da incursão colombiana em território equatoriano. Segundo o líder equatoriano, Bogotá sabia das tentativas de se conseguir um acordo para a libertação de reféns pelas Farc. Na réplica ao pronunciamento de Correa, o governo colombiano, no entanto, negou ter recebido qualquer informação, por canais diplomáticos com o país vizinho, sobre contatos com as Farc e acrescentou que Correa garantiu ao governo do conservador Alvaro Uribe que não faria nenhuma gestão junto aos guerrilheiros, sem o prévio conhecimento e autorização colombianos. Na mesma nota, Bogotá negou as declarações do ministro da Segurança do Equador, Gustavo Larrea, que admitiu ter se reunido com Reyes, com o conhecimento explícito do governo da Colômbia. "Surpreendem as declarações do ministro Gustavo Larrea quando afirma que os contatos que mantinha com as Farc eram conhecidos pelo governo colombiano. Isto não é certo. Pelo contrário, o presidente Rafael Correa sempre assegurou ao presidente Alvaro Uribe que não adiantaria nenhuma gestão com as Farc sem o conhecimento e a autorização do governo da Colômbia", disse um comunicado da Presidência da Colômbia. Bomba suja Na manhã desta terça-feira, o vice-presidente da Colômbia, Francisco Santos, disse que as Farc pretendiam obter material radioativo para fazer uma "bomba suja" (artefato explosivo aditivado com urânio radioativo). A afirmação de Santos ocorreu durante a Conferência de Desarmamento da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, com base nos arquivos que elementos do exército colombiano dizem ter encontrado nos computadores de Reyes. Segundo a autoridade colombiana, os dados mostram que o grupo estava em negociação para adquirir material radioativo com a intenção de construir uma bomba, com o apoio da Venezuela, de onde - segundo Santos - teriam saído cerca de US$ 300 milhões em ajuda aos guerrilheiros colombianos. Em Nova York, durante reunião da Organização dos Estados Americanos (OEA) para discutir o aumento da tensão entre a Colômbia e o Equador, que também envolve a Venezuela, representantes de países da região defenderam uma saída negociada para diminuir a tensão e afastar a possibilidade de um conflito armado na região. - Nós queremos a paz no continente, não temos posição doutrinária em relação a nenhum país - disse, durante coletiva em Brasília, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. O ministro reconheceu que a crise é "grave" e disse que o pedido de desculpas da Colômbia ao Equador não foi "muito explícito" e deveria ser refeito. Amorim confirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone com o colombiano Álvaro Uribe e o equatoriano Rafael Correa em busca de uma possível "convergência" que possa ajudar a minimizar a tensão. Argentina e Chile O chanceler da Argentina, Jorge Taiana, divulgou nota em que diz que o governo do país rejeita "qualquer forma de violação da soberania regional". De acordo com o comunicado, Taiana conversou com sua colega equatoriana, María Isabel Salvador, antes de divulgar o texto, e antecipou a posição do governo argentino na reunião extraordinária da OEA nesta terça-feira. "A Argentina vai expor na sessão extraordinária da OEA a firme posição de rejeição a qualquer forma de violação da soberania territorial a um Estado membro", afirma a nota. Taiana declarou ainda que "o respeito da soberania territorial é um princípio inviolável no direito internacional e nada e nem ninguém pode justificar sua violação". O ministro disse que a Argentina trabalha para que a paz não seja alterada e para que continue o processo de libertação de reféns das Farc. No Chile, a presidente Michelle Bachelet disse que "o mais importante no momento, além de uma explicação (para a incursão colombiana), é evitar que este conflito tenha uma escalada". "Há um conjunto de países como o nosso que estão disponíveis para buscar uma boa saída ", afirmou. EUA e ONU O porta-voz do Departamento de Estado americano Tom Casey disse que os Estados Unidos apóiam o direito da Colômbia de se defender das Farc, mas defendeu a abertura de um diálogo entre colombianos e equatorianos. - De nosso ponto de vista, este é um assunto entre a Colômbia e o Equador. Não tenho certeza sobre o que isso tem a ver com a Venezuela. Os equatorianos manifestaram sua preocupação. Certamente nós apoiamos a integridade territorial e a soberania de todas as nações na região - disse. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, também fez um apelo ao diálogo e disse estar preocupado "com o aumento das tensões e da retórica durante o fim de semana", de acordo com uma porta-voz. Fonte: Jornal Correio do Brasil Terça-feira, Março 4
O Supremo Tribunal Federal (STF) decide nesta quarta-feira se o país pode utilizar células-tronco embrionárias em pesquisas científicas. Conheça melhor o debate em torno do assunto
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Equador poderá recorrer à Corte de Haia ou a Tribunal Arbitral, diz professor
Brasília - O Equador poderá aplicar retaliações de ordem econômica ou mesmo pedir reparação financeira pela ação militar colombiana em seu território, no último final de semana. Para isso, poderá apelar à Corte Internacional de Haia ou mesmo a um Tribunal Arbitral, com juízes escolhidos pelos dois países. Essas, porém, são medidas extremas, como explica o advogado Salem Nasser, professor de Direito Internacional da Fundação Getúlio Vargas. "O Equador vai tentar uma reparação, o que quer dizer um pedido de desculpas, promessas de que a situação não se repetirá. Se tudo falhar, o que restará ao Equador é tomar contramedidas para compensar o que ocorreu", diz Nasser. "Há vários meios, desde a negociação direta por uma comissão mista ou envolvendo terceiros mediadores até a arbitragem em algum tribunal internacional", explica. O primeiro passo para a solução da crise entre os dois países, pondera o advogado, é o esclarecimento das circunstâncias em que a Colômbia invadiu o território equatoriano. Tal missão deverá ficar a cargo de uma comissão de investigação da Organização dos Estados Americanos (OEA) - sugestão neste sentido foi apresentada pelo Brasil e será apreciada hoje (4) em reunião do Conselho Permanente do organismo, em Washington. Segundo relato do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, o governo colombiano, direta ou indiretamente menciona legítima defesa, alegando que teria sofrido disparos antes de atacar guerrilheiros das Farc em território equatoriano. Outra tese que, segundo Amorim, poderia ser defendida pela Colômbia, é a chamada perseguição quente. "As autoridades equatorianas negam que tenha havido legítima defesa e perseguição quente. Ao contrário, insistem que foi uma operação planejada, na qual a Colômbia já saberia que o alvo principal do seu ataque estava em território equatoriano", disse ontem (3) o chanceler, que vem mantendo conversações com os governos do Equador e da Colômbia. Salem Nasser destaca que o direito internacional prevê várias possibilidades para a violação territorial, entre elas a legítima defesa e o direito de perseguição. Ressalta, porém, que a legalidade da ofensiva depende de detalhes da operação - ainda desconhecidos, no caso da ação militar colombiana no Equador. "Haveria legítima defesa se o território colombiano fosse atacado a partir do território equatoriano e a Colômbia contra-atacasse para se defender", explica, lembrando que há necessidade de prova do ataque e a legítima defesa teria que ser proporcional à agressão sofrida e no momento de tal agressão. "Se o cenário relatado pelos equatorianos é real, não haveria que se falar em legítima defesa", avalia. Segundo Celso Amorim, a expectativa é de que a comissão de investigação da OEA, caso instalada, esclareça a ação militar colombiana e "deixe mais clara" a necessidade de algum tipo de reparação ou pedido de desculpas adicional por parte da Colômbia. Fonte: Agência Brasil Vitória de Dmitry Medvedev é recebida com discretos elogios na Europa
foto: Pravda.RUNa eleição presidencial da Rússia a vitória de Dmitry Medvedev foi recebida com discretos elogios hoje na Europa, com líderes dizendo esperar que ele possa reparar laços danificados durante a presidência de Vladimir Putin. O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, congratulou Medvedev e enfatizou que quer reparar as relações que sofreram uma notável deterioração com a recusa do Kremlin de extraditar um suspeito do envenenamento em 2006 do ex-espião russo Alexander Litvinenko, segundo ATarde online. A morte levou à expulsão mútua de diplomatas. Recentemente, a Rússia acusou o Conselho Britânico, uma organização cultural, de ser uma fachada para espionagem e ordenou o fechamento de dois de seus escritórios na Rússia. "Vamos julgar o novo governo por suas ações e pelo resultado de suas ações", disse o porta-voz de Brown, Michael Ellam. A Alemanha estimou que a vitória do escolhido de Putin com 70% dos votos mostra que os russos querem a continuidade e a estabilidade. Medvedev tem defendido "a modernização da Rússia e o fortalecimento do império da lei nos últimos meses - o governo alemão recebe com simpatia isso", disse o porta-voz da chanceler Angela Merkel, Thomas Steg. Em Roma, o ministro do Exterior italiano, Massimo DAlema, considerou que a Rússia tem "uma democracia diferente comparada com aquela a que estamos acostumados no mundo ocidental", mas expressou otimismo com Medvedev. "Dmitry Medvedev é sem dúvida um jovem líder, um amigo de nosso país, não hostil ao Ocidente, com quem precisamos encontrar uma linguagem comum", disse DAlema. O ministro do Exterior francês, Bernard Kouchner, estimou que uma inegável maioria dos russos apoiou Medvedev, mas que a democracia ainda tem um longo caminho a percorrer na Rússia. fonte: Pravda.RU Segunda-feira, Março 3
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22:14
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Chávez se prepara para guerra contra a ColômbiaO presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ordenou neste domingo (2) que todos os funcionários saiam da embaixada do seu país em Bogotá, na Colômbia, ao mesmo tempo em que ordenou ao ministro da Defesa, Gustavo Rangel, que envie "dez batalhões para a fronteira com a Colômbia". "Não queremos guerra, mas não vamos permitir que o império (Estados Unidos) e nem o seu cachorro venham a nos atacar", completou. A ordem acontece menos de 24 horas depois de Chávez reagir à morte do número do 2 das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), ocorida no sábado (1). Para Chávez, foi um "assassinato covarde" o ato cometido contra Reyes pelos colombianos e ainda dedicou um minuto de silêncio ao chefe das FARC morto. Na noite de sábado, o mandatário venezuelano fez uma ameaça ao governo colombiano pela ação que fez em território equatoriano. A medida fez até Rafael Correa, presidente do Equador e parceiro de Chávez, a cancelar a viagem para Cuba até resolver o assunto com Álvaro Uribe, presidente da Colômbia. Militares colombianos mataram Raúl Reyes em um ataque aéreo na fronteira com o Equador, desferindo um grande golpe na guerrilha, segundo fontes oficiais em Bogotá. O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe telefonou a Rafael Correa para falar sobre a operação. Não ficou claro se eles se falaram antes ou depois da ação. Na noite de sábado, o mandatário venezuelano ameaçou o governo colombiano pela ação em território equatoriano. A medida fez até Rafael Correa, presidente do Equador e parceiro de Chávez, a cancelar a viagem para Cuba até resolver o assunto com Álvaro Uribe, presidente da Colômbia. (Da Redação com Agências ) Fonte: Agência Rio Domingo, Março 2
ADEUS COMADANTEPor Vald Ribeiro Durante esse dois anos de existência do nosso blog, nossos queridos leitores acostumaram a ler os discursos e as ideias do comandante Reyes, um dos líderes da FARC, assassinado ontem pelas forças Armadas colombianas, foram mortos também 16 outros membros . Considerado o mais poderoso movimento revolucionário da América Latina, as FARC surgiram quando a chamada "República Independente de Marquetalia",uma comunidade comunista que surgiu na Colômbia no inicio da década de 60 do séculopassado, formada em sua maioria por camponeses andinos, foi eliminada pelo governo colombiano. Essa Comunidade foi destruída em 27 de maio de 1964, quando o governo da Colômbia destruiu "República Independente de Marquetalia". Surgia aí asFORÇAS REVOLUCIONÁRIAS COLOMBIANAS. Outros movimetos revolucionários surgiram nas décadas de 60 e 70, como M-19 (esquerda nacionalista) e o Exército Popular de Libertação (ex-maoísta)e a Exército de Libertação nacional.Nenhum desse movimentos tiveram vida tão longa quanto o das As FARC, que sobriviveram a 12 presidentes na Colômbia e que ainda continua firme e forte. Agora, com a morte do segundo homem desse movimento, o destino desse movimento é inserto. A história do COMANDANTE, se confunde com a história de um herói que desejou transformar a sociedade e de um terrorista que amedrontou a humanidade, e sobretudo a sociedade colombiana. Não podemos vê-lo apenas como um demônio, mas como alguem que, ao longo de sua vida, tentou transformar parte do mundo! É claro que, sob o ponto de vista humanista, suas ações são abomináveis, mas entre os seu erros, devemos lembrar de que o comadante Reyes seguiu uma utopia, um desejo! A mim, cabe apenas dizer que não concordo com nenhum tipo de terrorismo, que tais práticas não levam a nenhuma mudança social. E digo mais: Utilizar do mal para fazer o bem, não é algo mais aceitável na humanidade, porém Reyes teve seu lugar na história... Certamente, a história não absolverá, mais teve um ideal!
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